A Justiça de São Paulo negou dois pedidos de Edson do Nascimento, filho de Pelé, no processo de herança do Rei do Futebol. Os pedidos negados eram para Edinho, o técnico de futebol, ser o inventariante e para que o processo corresse em segredo de Justiça. A juíza lembrou que Pelé entrou no regime de separação de bens ao se casar com Márcia.
Em 15 de fevereiro deste ano, a juíza Suzana da Silva, da 2ª Vara de Família e Sucessões de Santos, considerou que a viúva de Pelé, a empresária Márcia Aoki, deve ser a inventariante natural. Desse modo, a Justiça concedeu um prazo de 15 dias para saber se Márcia tem interesse na gestão do inventário.
Também foi negado a Edinho o pedido para o processo correr em segredo de Justiça. Mas a Justiça compreendeu que o interesse no processo não é apenas de Edinho, mas de eventuais credores e herdeiros.
De acordo com a legislação brasileira, todas as pessoas que se casam depois dos 70 anos entram, de forma automática, no regime de separação total de bens. Pelé se casou com Márcia quando tinha 75 anos. Assim, a viúva só será herdeira se estiver no testamento.
O rei do futebol teve sete filhos, entre homens e mulheres, além de netos. Ainda não é possível saber quantas pessoas vão receber a herança. Em 29 de dezembro de 2022, Pelé morreu aos 82 anos depois de passar um mês internado no Hospital Albert Einstein, em São Paulo. Houve a progressão de um câncer de cólon.
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