Ministro-chefe da GSI esteve no Direto ao Ponto desta segunda-feira, 17, para falar sobre o governo, a situação do Brasil e possíveis atentados a candidatos

Reprodução/ Youtubegeneral augusto heleno Ministro participa do programa nesta segunda-feira durante período eleitoral

O ministro-chefe do GSI, General Augusto Heleno, participou do programa Direto ao Ponto desta segunda-feira, 17, e conversou sobre o Brasil. Principal assunto do dia, o tiroteio em que o candidato ao governo de São Paulo, Tarcísio de Freitas, esteve próximo em Paraisópolis foi comentado rapidamente. “Recebi a informação desse atentado pela Agência Brasileira de Inteligência. E não ficou caracterizado o atentado, por isso o próprio

Tarcísio disse que não estava confirmado. Foi extremamente desagradável para quem estava presente, era uma atividade da campanha do Tarcísio. Ele se assustou e foi imediatamente retirado do local e ficou nesses termos, por enquanto, em termos em investigação”, declarou. Questionado se o presidente Jair Bolsonaro (PL) tem perigo de enfrentar um novo atentado nessa corrida eleitoral, o General foi enfático. “Continuo muito preocupado, porque isso está escrito em qualquer livro sobre segurança de autoridade. O atentado realizado por alguém que está disposto a morrer dificilmente é evitado. Como aconteceu com o Adélio, ele não acreditava que sairia vivo, mas por sorte dele a Polícia Federal impediu que ele fosse ‘trucidado’.

No caso do Bolsonaro, ele é um homem extremamente impetuoso, ele gosta do povo. E ele vai lá no meio e quebra todos os preceitos de segurança. Meus homens e mulheres são muito preparados, eu confio neles plenamente, eu não confio na prudência do presidente”, comentou.

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O ministro também foi perguntado sobre as acusações de pedofilia contra Bolsonaro, e tentou explicar o caso. “Uma acusação sem fundamento nenhum, ela foi retirada de contexto. As meninas eram bem afeiçoadas, estavam bem vestidas e ele comentou sobre isso e usou um termo que usa frequentemente ‘pintou um clima’, ele usou essa expressão e isso foi caracterizado no que as pessoas fossem prostitutas e tivessem sendo usadas no Brasil nessa finalidade”, disse.

Ele ainda explicou um possível encontro das meninas venezuelanas com a primeira-dama Michelle Bolsonaro e com a senadora Damares Alves. “Elas não quiseram ser abordadas, porque já havia imprensa no local, mas estão fazendo contato por intermédio da embaixadora e houve um contato da Damares com algumas das meninas. A única preocupação nossa é poupar as meninas desse carimbo de que as meninas estariam se prostituindo”, completou.

Assista na íntegra a entrevista do ministro Augusto Heleno:

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