Dono do Shopping Barra World se defendeu em um grupo privado de WhatsApp que reúne políticos e empresários do Rio de Janeiro

Divulgação/Instituto Bees of Lovejose-koury-operacao-policia-federal-divulgacao-Instituto-Bees-of-Love
José Koury foi um dos alvos alvos da operação da Polícia Federal (PF) deflagrada nesta terça-feira, 23, pelo ministro Alexandre de Moraes

O dono do Shopping Barra World, José Koury, que é um dos empresários que foram alvos da operação da Polícia Federal (PF) deflagrada nesta terça-feira, 23, pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou que as autoridades estão querendo transformar uma conversa em conspiração, de acordo com mensagens obtidas pela Jovem Pan News. Essa manifestação de Koury aconteceu em um grupo privado de WhatsApp que reúne políticos e empresários do Rio de Janeiro, no qual o empresário respondeu a uma postagem feita pelo senador Carlos Portinho (PL). O parlamentar disse: “Preocupa-me muito se estamos caminhando para um estado policialesco, aquele que patrulha pensamentos”. Koury se manifestou da seguinte forma na sequência: “Transformaram uma simples conversa entre amigos num grupo de WhatsApp numa conspiração”. Em outra mensagem ele concorda com Portinho e relaciona o ocorrido a práticas de países como Coreia do Norte, Venezuela e Cuba e termina a conversa com a palavra “mordaças”.

A reportagem teve acesso a parte destas conversas ocorridas logo após a ação da Polícia Federal, que cumpriu três mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro. Um dos locais é justamente o endereço ligado a Koury, na região da Lagoa, Zona Sul da capital fluminense, onde ele não foi encontrado. Outro endereço no bairro do Leblon, também na Zona Sul, que envolve o empreiteiro Ivan Wrobel (W3 Engenharia). E um terceiro mandado no Rio foi contra o empresário José Isaac Peres, fundador de uma rede de shopping center.

*Com informações do repórter Rodrigo Viga





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