A associação, fundada pelo Padre Robson de Oliveira, trocou a diretoria após a investigação que apura supostos desvios de doações de fiéis
A Justiça autorizou, nesta quarta-feira (23/9), que R$ 2,9 milhões das contas da Associação Filhos do Pai Eterno (Afipe), responsável pela administração do Santuário Basílica de Trindade, em Goiás, sejam desbloqueados. As contas estavam bloqueadas desde a deflagração, em agosto, da Operação Vendilhões, que investiga os crimes de apropriação indébita, lavagem de dinheiro, falsificação de documentos, sonegação fiscal e associação criminosa.
O pedido foi aceito pelo Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO), após a entidade afastar todos os membros da diretoria investigados por supostos desvios de doações de fiéis.
A nova diretoria informou que vai contratar uma empresa para fazer uma auditoria nas contas da gestão anterior. O padre Robson de Oliveira, que era o presidente da associação, também continua afastado das funções.
No pedido, a Afipe argumentou que não teria como manter o funcionamento adequado da instituição caso as contas continuassem bloqueadas. Na decisão, a juíza Placidina Pires, segundo o portal G1, afirmou que a Afipe é vítima dos fatos criminosos. “Figura como vítima dos supostos fatos criminosos […] de forma que não se mostra razoável a manutenção do bloqueio judicial, sobretudo considerando que a referida associação já providenciou, por conta própria, a adoção de algumas medidas internas para afastar eventuais riscos de reiteração das práticas ilícitas”.
O pedido foi aceito pelo Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO), após a entidade afastar todos os membros da diretoria investigados por supostos desvios de doações de fiéis.
A nova diretoria informou que vai contratar uma empresa para fazer uma auditoria nas contas da gestão anterior. O padre Robson de Oliveira, que era o presidente da associação, também continua afastado das funções.
No pedido, a Afipe argumentou que não teria como manter o funcionamento adequado da instituição caso as contas continuassem bloqueadas. Na decisão, a juíza Placidina Pires, segundo o portal G1, afirmou que a Afipe é vítima dos fatos criminosos. “Figura como vítima dos supostos fatos criminosos […] de forma que não se mostra razoável a manutenção do bloqueio judicial, sobretudo considerando que a referida associação já providenciou, por conta própria, a adoção de algumas medidas internas para afastar eventuais riscos de reiteração das práticas ilícitas”.
Com informações do Correio Braziliense
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