Médico foi alvo da imprensa por defender tratamento precoce

O professor de medicina Edimilson Migowski, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), é um dos principais defensores brasileiros do tratamento precoce contra a covid-19. Ele foi responsável por estabelecer uma parceria com a prefeitura de Volta Redonda, cidade localizada a 90 quilômetros do Rio de Janeiro, para implantar uma central de atendimento.

“Fui até o prefeito, apresentei estudos, expliquei a possibilidade de tratamento com a nitazoxanida para pacientes com covid-19 e propus uma campanha para estimular a população a buscar atendimento médico imediato no aparecimento dos primeiros sintomas”, disse o professor. Ele tratou mais de 600 pacientes com o medicamento. Foram duas internações em enfermaria e zero morte.

Em entrevista à Revista Oeste, Edimilson também falou da eficácia das vacinas contra a covid-19 e do cancelamento que sofreu por parte da imprensa tradicional, que deixou de chamá-lo para entrevistas depois de o médico defender o tratamento  imediato contra o coronavírus.

Leia um trecho

“Na contramão de parte da comunidade médica, o senhor defendeu o uso de uma medicação off-label para tratar a covid-19. Como foi a experiência?  

Foi horrível, houve muita retaliação. Tratei as pessoas de graça, não tenho clínica privada, não posso dar plantão, sou professor com dedicação exclusiva na UFRJ. Recebi denúncia do Conselho Regional de Medicina. Na UFRJ, desempenhava o cargo de diretor de Relações Externas da universidade e me reportava direto à reitoria. Durante a pandemia, em razão do meu trabalho com a nitazoxanida, me devolveram para o Departamento de Pediatria para fazer coisas que já fazia 20 anos atrás. Na Rede Globo, por exemplo, cheguei a contabilizar mais de mil entrevistas para a emissora. Era uma pessoa de referência da TV Globo. A partir do momento que passei a defender a medicação imediata, fui rotulado de médico charlatão pop star onde eu prescrevia medicamentos sem comprovação científica. Nada melhor do que o tempo para mostrar quem estava do lado bom da força. As pessoas que trataram com ivermectina, nitazoxanida tiveram sucesso enorme, enquanto os médicos que esperaram a situação do paciente se agravar deveriam responder por crime contra a humanidade.”

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Revista Oeste

A Edição 114 da Revista Oeste vai além da entrevista com Edimilson Migowski. A publicação digital conta com reportagens especiais e artigos de Silvio Navarro, J.R. Guzzo, Guilherme Fiuza, Rodrigo Constantino, Ana Paula Henkel, Salim Mattar, Cristyan Costa, Bruno Freitas, Dagomir Marquezi, Flávio Gordon, Bruno Meyer, Ubiratan Jorge Iório e Gabrielle Bauer.

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