De acordo com a promotora Maria das Graças Azevedo, o objetivo do protocolo é auxiliar o retorno a?s atividades ciru?rgicas com um certo grau de normalidade, primordialmente, visando a reduc?a?o de custos socioecono?micos.
Conforme a promotora, e? importante que os pacientes sejam esclarecidos da necessidade de continuidade de seus tratamentos e que cumpram o protocolo cli?nico recomendado pelo seu me?dico assistente. Além disso, o retardo no ini?cio, ou na continuidade, do tratamento daqueles pacientes com doenc?as na?o emergenciais, pode resultar em aumento da morbimortalidade.
Ainda é ressaltado pela promotora que, a despeito da pandemia, também há uma alta prevale?ncia na populac?a?o de doenc?as cro?nicas na?o transmissi?veis (doenc?as cardiovasculares, respirato?rias, ca?ncer e diabetes) ale?m de outras como ortope?dicas e neurolo?gicas, que necessitam de tratamento ciru?rgico, por vezes de urge?ncia.
A promotora explica que a retomada das operac?o?es eletivas podera? ser empregada por va?rias especialidades mas, sempre visando o benefi?cio do indivi?duo em relac?a?o a diminuic?a?o das mortes colaterais a? epidemia no Brasil. “Quando consideramos todas as causas de morte no Brasil fica evidente a importa?ncia de manter o tratamento com outras enfermidades que na?o somente a covid-19. Importante destacar que uma retomada de forma na?o estruturada pode resultar em aumento da mortalidade”, destaca a promotora.
“Muitos profissionais de sau?de temem que o medo dos pacientes de irem ao hospital para na?o serem contaminados pelo coronavi?rus, fac?a com que negligenciem ou minimizem sintomas importantes e sinais de alerta para doenc?as graves”, destaca a promotora
Com informações da assessoria
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