NAS INTERNAS. O PP e Pacheco com tudo, retorno dos secretários, curso rápido de política e articulação

[Editado por: Marcelo Negreiros]

Por Claudemir Pereira / Editor do Site

Pacheco, fiador da aliança PP/PSDB e o secretariado, realidade? (Foto Reprodução)

– Por mais que negaceie, e isso também faz parte da política, o fato é que o presidente do PP e futuro ex-vereador Pablo Pacheco só não será secretário se não quiser, na próxima gestão.

– Uma posição na área econômica seria considerada, pela formação profissional e também pela área em que exercitou o seu mandato parlamentar.

– Dito isto, essa situação se deve, obviamente, ao papel central desempenhado pelo mais jovem dos atuais edis, na formação da aliança que se revelou vitoriosa entre PP e PSDB.

– De todo modo, como este site já publicou, Pacheco deverá assumir a direção estadual da Juventude Progressista. Função, aliás, que pode exercer só por mais dois anos, pois chegará à idade limite, 35.

Decimo: negociação política será uma necessidade para o futuro prefeito (Foto Reprodução)

– A virtual entrada (exceto se não quiser) do líder pepista no futuro governo evidencia também outra situação óbvia: o prefeito eleito Rodrigo Decimo terá de fazer curso rápido de articulação política.

– O fato de preponderar o gestor sobre o político terá que ser revisto. Isto é, a gestão vai juntar-se à política, de alguma maneira. Afinal, o tucano terá de negociar politicamente, goste ou não.

– A proximidade de Decimo com o presidente municipal do PSDB, Guilherme Cortez, indica que este, além de ocupar cargo importante, também será importante conselheiro na área política.

– Ainda no Executivo, dois secretários que saíram para concorrer à Câmara voltaram aos cargos, e sem estardalhaço. No caso, Guilherme Ribas (Saúde) e Joao Chaves (Desenvolvimento Social).

– Ambos tucanos, e no caso de Ribas na segunda suplência do Legislativo, é certo que ficam até dezembro. Já é indefinida, como de resto a de todos os secretários, a sequência em 2025.

Cechin, uma aposta na segurança, para presidir o Legislativo. Será? (Foto Reprodução)

– O eleitorado, pelo menos num primeiro momento, facilitou a vida do futuro governo. Não apenas deu-lhe a Prefeitura, como também permitiu que uma folgada maioria possa se formar no Legislativo.

– Tanto isso é verdade que, mesmo sem eventualmente os votos do PL (o que não é certo), PT, PC do B, PSol e PDT, ainda assim os aliados terão maioria de 12 vereadores.

– Isso, ou mesmo uma (quem sabe) chapa de consenso na abertura dos trabalhos, já traz especulações sobre quem poderia ser o próximo presidente do Legislativo.

– Uma boa aposta, conforme contatos feitos pelo editor do site, seria a segurança de um veterano acostumado ao diálogo. O governista Sérgio Cechin, do PP. A conferir.

[Redação]

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