Nunes compara joias de Bolsonaro a caso de importunação de baleias

[Editado por: Marcelo Negreiros]

Bolsonaro foi ouvido pela PF no caso da baleia jubarte, mas não foi indiciado, ao contrário do que disse o prefeito. O inquérito apurou se o ex-presidente importunou o animal durante um passeio de moto aquática em São Sebastião, no litoral paulista, em junho do ano passado. A investigação foi concluída em março, e a PF decidiu por não indiciar Bolsonaro e nem o ex-chefe da Secretaria de Comunicação Fabio Wajngarten, que o acompanhava no passeio.

Nunes acompanhou o evento desta terça ao lado de Ricardo Mello Araújo, seu pré-candidato a vice. O coronel aposentado da PM foi indicado ao posto por Bolsonaro. Também estavam na cerimônia o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e o secretário estadual de Segurança Pública, Guilherme Derrite.

A PF concluiu que ex-auxiliares de Bolsonaro venderam os presentes oficiais e entregaram o dinheiro em espécie para o ex-presidente. O relatório final da investigação tem 476 páginas e é assinado pelo delegado responsável pelo caso, Fabio Shor.

Conclusão é a mais dura acusação contra o ex-presidente até o momento. O caso seguiu nesta segunda-feira para análise do procurador-geral da República, que terá 15 dias para se manifestar. É o primeiro inquérito no qual a PF afirma que Bolsonaro teria recebido dinheiro em espécie desviado dos cofres públicos, já que os presentes eram considerados bens do Estado brasileiro.

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[Redação]

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