[Editado por: Marcelo Negreiros]
Em Roma, em 1960, apenas um a cada dez atletas era uma mulher. O evento na capital italiana foi, por exemplo, a primeira participação real de mulheres de diversos países ocidentais, entre eles a Espanha. Mesmo em Sidnei, na virada do século, as mulheres eram apenas um terço dos participantes.
O mais próximo a uma paridade ocorreu em Tóquio, em 2021, quando as mulheres foram 47% dos participantes.
A segunda parcela da estratégia era a de garantir qu todos os esportes teriam modalidades femininas. Faltava o boxe, que acabou entrando na agenda de Londres.
O resultado é transformação na composição das equipes. Algumas das delegações chegam a levar um maior número de mulheres que de homens, como no caso dos Estados Unidos — 314 mulheres e 278 homens — e, agora, do Brasil — que, pela primeira vez, terá 277 mulheres atletas (55% da delegação). No caso americano, as mulheres superaram os homens ao abocanhar as medalhas nas últimas quatro olimpíadas.
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[Redação]
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