Palmeiras gasta R$ 30 milhões por ano na base e recompensa são vendas

[Editado por: Marcelo Negreiros]

O Palmeiras está próximo de vender Estêvão ao Chelsea em um negócio que pode atingir até 65 milhões de euros (R$ 363 milhões, na cotação atual). O valor que joia palmeirense deve atingir simboliza a nova era da base alviverde, que cada vez mais exporta atletas para as principais ligas europeias.

Evolução desde 2015

Tudo começou em 2015, com a chegada de João Paulo Sampaio à Academia de Futebol. Ele foi escolhido como o novo coordenador da base palmeirense por Paulo Nobre e Alexandre Mattos para a reformulação das categorias de base palmeirenseA missão era melhorar a estrutura e aumentar a grande rede de captação de talentos.

Em um primeiro momento, as crias da Academia de Futebol serviram para a manutenção do investimento no time profissional. Eram comuns negócios com equipes de menor prestígio em Portugal ou mercados alternativos, como Ucrânia e Japão. Isso mudou com a chegada de Anderson Barros, e os jovens passaram a colaborar com rendimento esportivo: atualmente, um terço do elenco principal do Palmeiras é cria da base.

[Redação]

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