[Editado por: Marcelo Negreiros]
O ceticismo da indústria financeira sobre o compromisso fiscal do governo afetou as expectativas de inflação, levando o Banco Central a aumentar as taxas de juros no momento em que o Federal Reserve, a autoridade monetária dos EUA, reduz a política monetária.
“Não dá para dizer que o corte previsto no pacote estava longe do que desenharam os técnicos porque o comportamento das despesas do governo não conversava com o arcabouço. Mas basicamente acentuou-se um problema de credibilidade, expondo a sensibilidade muito grande do do governo ao ambiente eleitoral”, avalia Roberto Padovani, do Banco BV.
Em meio às turbulências, o próximo presidente do BC, Gabriel Galípolo, disse que o Brasil pode precisar de taxas mais altas de juro por mais tempo para ancorar as expectativas de inflação. Ele repetiu a mensagem na sexta, frisando que o BC pode elevar a taxa Selic.
[Redação]
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