A Secretaria de Estado da Saúde da Paraíba (SES-PB) informa que descartou, na tarde desta sexta-feira (28), o primeiro caso suspeito para o novo coronavírus no Estado, notificado na última terça-feira (25/02). Tratava-se de um homem de 59 anos, que reside em João Pessoa, com histórico de viagem à Itália entre 14 e 23/02, que ainda durante a viagem apresentou sintomas como tosse, febre e coriza. O resultado do exame laboratorial que descarta o Covid-19 apontou positivo para rinovírus – a análise foi realizada por laboratório local e confirmada pelo Instituto Evandro Chagas (IEC), órgão vinculado à Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) do Ministério da Saúde (MS), localizado em Belém (PA).
De acordo com o secretário executivo de gestão da rede de unidades de saúde, Daniel Beltrammi, o paciente apresenta um resfriado comum. “Neste momento nós podemos dizer com algum grau de certeza que nós não temos nenhum caso de coronavírus no estado da Paraíba”, destaca. Nesta sexta-feira também foi acionado pelo SAMU o atendimento para um italiano, que está no Brasil desde o dia 07/02, porém não apresenta sintomas de doença infectocontagiosa. Quanto a este caso o secretário afirma que o paciente não apresenta febre, ou outro indício que possa levar a uma suspeita do Covid-19.
O paraibano segue internado no Hospital Clementino Fraga até a melhoria do quadro geral. Já os familiares que o acompanhavam também serão liberados da quarentena que cumprem em casa. Além do Hospital Clementino Fraga, em João Pessoa, o Hospital Universitário Lauro Wanderley também é unidade de atendimento para casos suspeitos para o novo coronavírus na Paraíba, sendo este último para pacientes da pediatria.
Importante destacar que a Paraíba possui um plano estadual para notificação e assistência para o novo coronavírus, elaborado desde o fim de janeiro e amplamente divulgado entre profissionais de saúde da rede pública e privada de todo o estado. A SES destaca ainda que para notificação de caso suspeito do Covid-19, além dos sintomas – febre, coriza, tosse e desconforto nasal – é preciso ter histórico de viagem nos últimos 14 dias para as áreas afetadas, ou ter mantido contato com alguém com este histórico, ou ter contato com outra pessoa infectada.
Com informações da SECOM
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