[Editado por: Marcelo Negreiros]

Nesta terça, sete anos, um Neymar, um Messi e dezenas de contratações depois, o PSG continua sem sua taça mais cobiçada. Mais do que isso, olha para o futuro sabendo que o castelo de cristal financiado pelo Qatar parece ter data de validade, conta os dias para dizer adeus a Kylian Mbappé.
Por isso, a vitória desta terça é emblemática: poderia ter sido o último jogo do astro francês no maior palco europeu com a camisa do clube. Não foi. Mbappé terá pelo menos mais duas partidas — as semifinais contra o Borussia Dortmund. Se voltar à final, terá a chance de se redimir da decisão de 2020, quando abusou as chances perdidas e viu o time cair diante do Bayern.
Mas o craque do PSG na noite fria de Montjuic não foi Mbappé (apesar dos dois gols marcados). No dia em que o camisa 7 enfrentava a hostilidade da torcida do Barcelona, diante de sua iminente contratação pelo Real Madrid, quem sofreu ainda mais foi Ousmane Dembelé, ex-jogador do time catalão, que foi vaiado a plenos pulmões.
O camisa 10 não apenas ignorou as vaias como foi o destaque da partida: fez o primeiro gol, sofreu o pênalti que deu origem ao terceiro e bagunçou a vida dos defensores rivais.

No Barcelona, o único capaz de fazer algo semelhante nos duelos mano a mano era Lamine Yamal. Foi dos pés do adolescente de 16 anos que saiu a jogada do gol de Raphinha — o terceiro no mata-mata contra os franceses. Mas o jovem ponta acabou sacrificado após a expulsão de Ronald Araújo, por falta como último homem contra Barcola.
[Redação]
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