PSG dá troco no Barcelona 7 anos após maior humilhação

[Editado por: Marcelo Negreiros]

Ousmane Dembélé comemora gol do PSG diante do Barcelona na Liga dos Campeões
Ousmane Dembélé comemora gol do PSG diante do Barcelona na Liga dos Campeões Imagem: Albert Gea/REUTERS

Nesta terça, sete anos, um Neymar, um Messi e dezenas de contratações depois, o PSG continua sem sua taça mais cobiçada. Mais do que isso, olha para o futuro sabendo que o castelo de cristal financiado pelo Qatar parece ter data de validade, conta os dias para dizer adeus a Kylian Mbappé.

Por isso, a vitória desta terça é emblemática: poderia ter sido o último jogo do astro francês no maior palco europeu com a camisa do clube. Não foi. Mbappé terá pelo menos mais duas partidas — as semifinais contra o Borussia Dortmund. Se voltar à final, terá a chance de se redimir da decisão de 2020, quando abusou as chances perdidas e viu o time cair diante do Bayern.

Mas o craque do PSG na noite fria de Montjuic não foi Mbappé (apesar dos dois gols marcados). No dia em que o camisa 7 enfrentava a hostilidade da torcida do Barcelona, diante de sua iminente contratação pelo Real Madrid, quem sofreu ainda mais foi Ousmane Dembelé, ex-jogador do time catalão, que foi vaiado a plenos pulmões.

O camisa 10 não apenas ignorou as vaias como foi o destaque da partida: fez o primeiro gol, sofreu o pênalti que deu origem ao terceiro e bagunçou a vida dos defensores rivais.

Kylian Mbappé comemora gol do PSG diante do Barcelona na Liga dos Campeões
Kylian Mbappé comemora gol do PSG diante do Barcelona na Liga dos Campeões Imagem: Juan Medina/REUTERS

No Barcelona, o único capaz de fazer algo semelhante nos duelos mano a mano era Lamine Yamal. Foi dos pés do adolescente de 16 anos que saiu a jogada do gol de Raphinha — o terceiro no mata-mata contra os franceses. Mas o jovem ponta acabou sacrificado após a expulsão de Ronald Araújo, por falta como último homem contra Barcola.

[Redação]

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