[Editado por: Marcelo Negreiros]
Liquidação da operação está prevista para o dia 22 de julho. Após o fim do processo, a participação do Governo de São Paulo na Sabesp cairá dos atuais 50,3% para 18,3%. O investidor de referência ficará com 15% e a parcela negociados nos mercados de ações saltará de 49,7% para 66,7%.
Principiante no ramo
Concessão no Amapá tem prazo de 35 anos, com investimento de R$ 3 bilhões. No período, o objetivo da Equatorial será suprir as deficiências de abastecimento no estado. Segundo dados de 2022 do SNIS (Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento), o Amapá conta com atendimento total de água para menos da metade dos habitantes (46,9%). No caso do esgoto, o percentual é ainda menor, de apenas 5,4%.
Equatorial atende a apenas 734 mil pessoas, menos de 2% do total de abastecidos pela Sabesp. Com presença em apenas nas 16 cidades do Amapá, a empresa terá a missão de cuidar da distribuição de água e esgoto dos 28 milhões de residentes nos 375 municípios atendidos pela Sabesp em São Paulo.
[Redação]
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