Defesa de Monique Medeiros alega que ela sofreu ‘ameaças a integridade’ no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, no Rio

MAURICIO ALMEIDA/W9 PRESS/ESTADÃO CONTEÚDOA pedagoga Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, de 4 anos, depõe durante audiência
Mãe de Henry, morto em 2021, estava em prisão domiciliar, mas teve sua decisão revogada e retornará ao presídio

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes negou nesta quarta-feira, 24, habeas corpus em que a defesa de Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, questionava seu retorno ao Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, zona oeste do Rio. Monique foi denunciada por homicídio qualificado, fraude processual, tortura, falsidade ideológica e coação no curso do processo e está presa preventivamente pela morte do filho de 4 anos, em 8 de março de 2021. Em abril, o juízo de origem havia concedido prisão domiciliar com monitoramento eletrônico, mas a medida foi revogada em junho. No pedido de habeas corpus, a defesa alegava que, em sua passagem anterior pela Unidade Prisional de Bangu, Monique havia sofrido ameaça à integridade física. Por esse motivo, requeria que, caso a decisão fosse mantida, a custódia ocorresse no quartel prisional do Corpo de Bombeiros. A medida impetrada anteriormente no Superior Tribunal de Justiça (STJ) foi indeferida liminarmente. Na decisão, Gilmar Mendes afirmou que a prisão se justifica, sobretudo diante da gravidade concreta dos delitos praticados e, também, para garantir a aplicação da lei penal e para conveniência da instrução criminal.

*Com informações da Agência Brasil





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