O
Diretor de Biodiesel da Petrobrás acompanhado de técnicos e professores do
Centro de Energias e Alternativas Renováveis da UFPB estiveram em visita à
Fazenda Tamanduá nesta segunda-feira, 13, para conhecerem de perto as pesquisas
da Fazenda na área de bioenergias.
Diretor de Biodiesel da Petrobrás acompanhado de técnicos e professores do
Centro de Energias e Alternativas Renováveis da UFPB estiveram em visita à
Fazenda Tamanduá nesta segunda-feira, 13, para conhecerem de perto as pesquisas
da Fazenda na área de bioenergias.
A
Fazenda Tamanduá vem desenvolvendo pesquisas alternativas com biocombustível em
dois tipos de produtos e tem tido resultados satisfatórios do ponto de vista da
viabilidade econômica para o semiárido que chamou a atenção da equipe.
Fazenda Tamanduá vem desenvolvendo pesquisas alternativas com biocombustível em
dois tipos de produtos e tem tido resultados satisfatórios do ponto de vista da
viabilidade econômica para o semiárido que chamou a atenção da equipe.
O
primeiro produto é retirado da Jatropha Curcas ou Pinhão Manso, como é mais
conhecido. Pesquisas estão sendo desenvolvidas para baixar a toxidade da planta
uma vez que com o melhoramento genético desenvolvido pela professora Débora
Morais, o objetivo é que a torta produzida pelo Pinhão Manso possa ser
utilizada como alimento para o rebanho. Ela produz no mínimo, duas toneladas de
óleo por hectare, levando de três a quatro anos para atingir a idade produtiva,
que pode se estender por 40 anos, disse a professora.
primeiro produto é retirado da Jatropha Curcas ou Pinhão Manso, como é mais
conhecido. Pesquisas estão sendo desenvolvidas para baixar a toxidade da planta
uma vez que com o melhoramento genético desenvolvido pela professora Débora
Morais, o objetivo é que a torta produzida pelo Pinhão Manso possa ser
utilizada como alimento para o rebanho. Ela produz no mínimo, duas toneladas de
óleo por hectare, levando de três a quatro anos para atingir a idade produtiva,
que pode se estender por 40 anos, disse a professora.
O
segundo produto é a Chlorrela, uma microalga que já vem sendo pesquisada na
Fazenda há bastante tempo e vem obtendo resultados surpreendentes. Foi este
segundo que mais chamou a atenção dos pesquisadores, pois além de produzir o
biocombustível, sua massa é um alimento riquíssimo para a alimentação do gado.
segundo produto é a Chlorrela, uma microalga que já vem sendo pesquisada na
Fazenda há bastante tempo e vem obtendo resultados surpreendentes. Foi este
segundo que mais chamou a atenção dos pesquisadores, pois além de produzir o
biocombustível, sua massa é um alimento riquíssimo para a alimentação do gado.
O
Diretor de Biodiesel da Petrobrás, Alberto Oliveira Fontes Jr. Avaliou a visita
como muito positiva e ensaia uma parceria. “Olha é uma avaliação bastante
positiva, a gente enxergar aqui no semiárido da Paraíba projetos no estágio que
a gente encontra, é motivo de muito orgulho. Eu vejo uma grande oportunidade de
juntarmos as duas companhias e ver onde uma pode ajudar a outra em busca de um
desenvolvimento, seja para a Petrobrás para a produção de biocombustível, seja
para a Fazenda Tamanduá para a produção de proteínas e produção animal.”
Diretor de Biodiesel da Petrobrás, Alberto Oliveira Fontes Jr. Avaliou a visita
como muito positiva e ensaia uma parceria. “Olha é uma avaliação bastante
positiva, a gente enxergar aqui no semiárido da Paraíba projetos no estágio que
a gente encontra, é motivo de muito orgulho. Eu vejo uma grande oportunidade de
juntarmos as duas companhias e ver onde uma pode ajudar a outra em busca de um
desenvolvimento, seja para a Petrobrás para a produção de biocombustível, seja
para a Fazenda Tamanduá para a produção de proteínas e produção animal.”
Para
Ulisses Costa Soares, Representante da Gerência de Gestão Técnica da Petrobrás
em Biocombustível ele vê como “uma situação pioneira no semiárido, até mesmo de
Brasil porque ele busca a interação da tecnologia com a natureza para favorecer
todo este eco sistema. O caminho do semiárido passa por aqui.”
Ulisses Costa Soares, Representante da Gerência de Gestão Técnica da Petrobrás
em Biocombustível ele vê como “uma situação pioneira no semiárido, até mesmo de
Brasil porque ele busca a interação da tecnologia com a natureza para favorecer
todo este eco sistema. O caminho do semiárido passa por aqui.”
“Acredito
que juntando nossas forças com as deles nós podemos chegar a fazer uma parceria
muito positiva, muito interessante e ainda mais que produzindo aqui no semiárido,
que realmente tem poucas oportunidades, é algo muito importante. Nós temos
visto e mostrado também essa possibilidade de ter aproveitamento de um subproduto
que é ração com alto teor de proteína e isso vai trazer mais subsídios para a
região, alimentando os animais que é também uma das preocupações que nós
estamos vivendo aqui nesta região.” disse Pierre Landolt.
que juntando nossas forças com as deles nós podemos chegar a fazer uma parceria
muito positiva, muito interessante e ainda mais que produzindo aqui no semiárido,
que realmente tem poucas oportunidades, é algo muito importante. Nós temos
visto e mostrado também essa possibilidade de ter aproveitamento de um subproduto
que é ração com alto teor de proteína e isso vai trazer mais subsídios para a
região, alimentando os animais que é também uma das preocupações que nós
estamos vivendo aqui nesta região.” disse Pierre Landolt.
A
equipe que visitou a Fazenda Tamanduá era formada por: Alberto Oliveira Fontes
Jr. – Diretor de Biodiesel da Petrobrás / Paulo Roberto Dias – Gerente de
Produção Agrícola do Semiárido / Ulisses Costa Soares – Representante da
Gerência de Gestão Técnica da Petrobrás Biocombustível / Franklin Araújo Neto –
Diretor Presidente da PBGÁS e o Professor Zaqueu Ernesto da Silva – Diretor do
Centro de Energias Alternativas Renováveis (CEAR) da UFPB.
equipe que visitou a Fazenda Tamanduá era formada por: Alberto Oliveira Fontes
Jr. – Diretor de Biodiesel da Petrobrás / Paulo Roberto Dias – Gerente de
Produção Agrícola do Semiárido / Ulisses Costa Soares – Representante da
Gerência de Gestão Técnica da Petrobrás Biocombustível / Franklin Araújo Neto –
Diretor Presidente da PBGÁS e o Professor Zaqueu Ernesto da Silva – Diretor do
Centro de Energias Alternativas Renováveis (CEAR) da UFPB.
Por
Marcelo Negreiros
Marcelo Negreiros
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