“Era ele que usava o nome de Deus em vão. Por isso o nome da Operação Terceiro Mandamento, que é não usar o nome de Deus em vão. O pivô foi essa pessoa que era o ‘operacional’ para abertura dessas empresas e uma das empresas que ele abriu para operacionalizar o esquema da organização criminosa, o nome da empresa pra nossa surpresa é Deus é Mais”, disse.
Bruno Frade revelou detalhes do momento da prisão e ainda confirmou que o sousense era o “braço operacional” para criação de empresas fantasmas envolvidas no esquema de sonegação fiscal que causou um prejuízo de mais de R$ 230 milhões aos cofres do estado. Na cidade de São Bento foram apreendidos R$ 1,5 milhão em espécie.
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“Na casa dele quando nós fomos cumprir o mandado de prisão tinha mais de 30 RGs, todos falsos. Na casa dele aqui Sousa ele pegou o computador na hora e tentou jogar para tentar quebrar, jogou o celular no chão, foi um verdadeiro despautério”, revelou o secretário.
Assista ao vídeo:
Como agia a Orcrim
A Orcrim (Organização Criminosa), que praticava fraudes e sonegação fiscal de forma estruturada, era dividida em vários núcleos de atividades, dentre eles, o Gerencial e o de Falsificação, que era o responsável por possibilitar a circulação e entrada, no Estado da Paraíba, de grande volume de mercadoria (mantas, fios e artigos de cama e mesa), advinda de vários Estados do Brasil, cujos fornecedores participavam ativamente do esquema criminoso, assim como os empresários eram os seus principais beneficiários uma vez que comercializam esses artigos sem o pagamento do ICMS.
As notas fiscais das mercadorias foram emitidas por essas empresas de fachada/fantasma, beneficiando assim, os reais destinatários, grandes empresários do Sertão paraibano, que as recebiam desacompanhadas da necessária documentação fiscal.
Com informações de SeFaz-PB
Através do blogdolevi.
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