[Editado por: Marcelo Negreiros]
Membro permanente no Conselho de Segurança da ONU e potência nuclear, a França tem sua política externa em grande parte definida por seu presidente. De fato, em um recente encontro com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Emmanuel Macron deixou claro que nada mudaria nesse setor.
Mas o homem que pode assumir o cargo de primeiro-ministro pela extrema direita, Jordan Bardella, já deixou claro que vai confrontar o posicionamento de Macron no mundo e que considera que não existe um consenso legal sobre a atribuição exclusiva da presidência a dar a cartas em temas de defesa e de diplomacia.
Sem qualquer experiência em governos, o líder de apenas 28 anos também indicou que vai usar seu eventual posto de primeiro-ministro para barrar o envio de certas armas para Kiev. Para isso, porém, ele terá de formar maioria no segundo turno, no próximo domingo (7).
Mercosul ainda mais distante
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[Redação]
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