Julia Monsores

Candidíase recorrente: aprenda a se prevenir


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Como uma floresta tropical, a vagina é um ecossistema complexo e delicado, lar de uma quantidade infinita de micro-organismos – tanto “bons” como “maus” – incluindo o fungo Candida albicans. Esse fungo, muito comum, reside na vagina de metade de todas as mulheres. No entanto, se o ecossistema entrar em desequilíbrio, os fungos podem se expandir, causando coceira, ardência e dor – a tão famosa candidíase.

A doença afeta 75% das mulheres no Brasil e pode surgir em diferentes fases da vida. Entretanto, caso a mulher apresente mais de quatro episódios por ano, o problema passa a ser chamado de candidíase recorrente. Ainda que mudanças na alimentação e nos hábitos sejam eficazes, o tratamento deve ser realizado com o auxílio de um ginecologista. Dessa forma, o médico pode analisar a incidência e a gravidade do problema, indicando o melhor caminho para tratá-lo.

A sua candidíase é recorrente? Mantenha-se livre de infecções, ficando atenta a estes conselhos!

O que é candidíase?

A candidíase pode provocar coceira, ardência e corrimento genital. (Imagem: Piotrekswat/iStock)

O corrimento espesso e a irritação intensa provocados pela candidíase vaginal afligem a maioria das mulheres em alguma fase da vida. Com menos frequência, os homens também podem desenvolver candidíase genital, embora não apresentem qualquer sintoma aparente.

Pequenos microrganismos inofensivos vivem de forma harmônica no revestimento da vagina, do trato digestivo e da pele. Esses germes benéficos auxiliam a digestão, combatem os patógenos e ajudam o organismo a fabricar nutrientes essenciais. A vagina é um meio úmido e aquecido, muito propício à proliferação de vários fungos, principalmente Candida. Assim, quando há um desequilíbrio na microbiota vaginal, pode ocorrer o crescimento excessivo de microrganismos, especialmente a Candida albicans.

À medida que o fungo se multiplica, um corrimento branco e espesso, semelhante ao coalho de leite, é eliminado e a região genital externa apresenta prurido e fica inflamada, o que pode causar ardência ou dor durante a relação sexual. Além disso, o corrimento branco também pode apresentar um odor mais forte, principalmente em casos de candidíase recorrente.

O que causa a candidíase?

candidíase recorrente
A Candida é um microrganismo inofensivo quando o pH genital está equilibrado. (Imagem: iLexx/iStock)

A candidíase benigna pode aumentar descontroladamente quando o pH ou o equilíbrio entre as bactérias e fungos na vagina é alterado. Variações hormonais da gravidez ou decorrentes do uso de anticoncepcional costumam alterar o pH vaginal, ocasionando a candidíase. O uso de antibióticos também pode causar candidíase, ao eliminar as bactérias benéficas que impedem a multiplicação desregrada de Candida.

A candidíase também pode ser desencadeada pela debilidade do sistema imunológico acarretada por estresse, privação de sono, quimioterapia, AIDS e diabetes. Além disso, usar roupas íntimas de tecido sintéticos como náilon, jeans apertados, tampões desodorizantes ou duchas pode aumentar o risco de infecção.

Como alimentos podem ajudar na candidíase recorrente

Faça da alimentação a sua aliada! O aumento dos níveis de bactérias probióticas no organismo pode impedir o crescimento excessivo de Candida na vagina. Essa microbiota benéfica ajuda a manter o meio ácido que impede a multiplicação descontrolada desse fungo irritante. Confirmando a crença popular, algumas contatações clínicas sugerem que o consumo de quantidades apropriadas de iogurte com culturas de bactérias ativas como Lactobacillus acidophilus, ajuda a aliviar os sintomas de candidíase e a diminuir o risco de infecções frequentes.

Como as bactérias probióticas se desenvolvem em açúcares não-digeríveis, conhecidos como fruto-oligossacarídeos (FOS), o consumo de mais FOS pode favorecer o crescimento das bactérias benéficas. Acredita-se que esses compostos alimentam a microbiota benéfica, aumentando e favorecendo seu crescimento no organismo.

O alho parece ser um agente natural potente contra essa infecção; estudo in vitro com animais indicam a capacidade do bulbo inibir o crescimento da Candida albicans, o microrganismo responsável pela candidíase. Acredita-se que a alicina, substância altamente ativa que confere ao alho seu cheiro característico, seja responsável pela atividade antifúngica desse vegetal.

Ao aumentar a imunidade, a vitamina C ajuda a prevenir a candidíase. Há indícios de que essa vitamina, abundante nas frutas e no pimentão, estimula os leucócitos que combatem a infecção e fortalecem as defesas imunológicas. De acordo com estudos laboratoriais, um composto extraído da pimenta-de-caiena, CAY-1, pode vir a ser um poderoso aliado no combate a uma série de micróbios, incluindo o fungo que desencadeia a candidíase. O CAY-1 é um agente natural de proteção da pimenta-de-caiena contra os fungos do habitat tropical. Em princípio, o composto não apresentou efeitos tóxicos em células humanas.

A nutricionista Waleska Silveira esclarece alguns alimentos que podem prevenir a candidíase recorrente e como funciona a atuação deles no organismo:

Veja também: Descubra como a alimentação pode ajudar a combater a azia.

Formas de evitar a candidíase recorrente

O verão é a época mais propícia para o surgimento da candidíase, em decorrência da umidade e do uso frequente de roupas de banho. (Imagem: AlexZabusik/iStock)

Para as peças íntimas, prefira algodão

Esqueça a onipresente lingerie de náilon e dê preferência às antiquadas calcinhas de algodão, que deixam o ar entrar e impedem que os fungos se reproduzam. E sempre use calcinha por baixo da meia-calça.

Mantenha a região perianal seca

Depois de um banho, use um secador, na opção mais fria (para não se queimar), secando a área vaginal antes de se vestir. E troque o maiô molhado o mais rápido possível. Fungos adoram ambientes úmidos.

Limpe-se de maneira correta

Depois de evacuar, limpe-se da frente para trás, nunca de trás para a frente. Uma das teorias sobre candidíase é que bactérias chegam à vagina vindas do reto e descontrolam o sistema que mantém os fungos em equilíbrio.

Tome iogurte

Alguns estudos sugerem que consumir diariamente 240 ml de iogurte que contenha culturas vivas de bactérias ativas ajuda a manter um ambiente vaginal saudável, reduzindo assim o risco de infecções de repetição.

Evite corantes e perfumes

Não use papel higiênico, absorvente ou tampões coloridos ou perfumados, pois todos eles podem romper o ambiente normal da vagina.

Evite a maioria dos “produtos femininos”

Depois de comprar seus absorventes e tampões, saia da seção de produtos femininos. Não há necessidade de aplicar duchas, talcos ou sprays, que podem irritar a área genital.

Controle a glicemia

Se você já fez pão em casa, sabe que, para que a massa do pão cresça, o fermento precisa de açúcar. Por esse motivo, mulheres diabéticas são muito mais vulneráveis a ter candidíase.

Siga uma dieta de baixo índice glicêmico

Assim como as mulheres diabéticas apresentam mais tendência a ter candidíase, as que são resistentes à insulina também têm. Essa condição acontece quando as células ficam resistentes à insulina, elevando a taxa de açúcar no sangue a níveis inaceitáveis.

Alimentos preparados com açúcar, xarope de glicose de milho, rico em frutose, e farinha de trigo induzem resistência à insulina porque elevam a glicemia. Dessa forma, a maioria dos produtos de panificação encontrados em mercados, bem como bolachas, biscoitos, salgadinhos e bebidas açucaradas causam esse efeito. Além disso, o arroz branco, tão presente na mesa dos brasileiros, também pode ser um vilão.

Dê preferência a alimentos com baixo índice glicêmico, que têm menor efeito na glicemia. Estes incluem alimentos com alto teor de fibras, como hortaliças, feijões e grãos integrais. As gorduras boas do azeite de oliva, dos frutos oleaginosos, como nozes e sementes, e do abacate também podem ajudar, assim como alimentos com proteína magra.

Uso de medicamentos e candidíase

candidíase recorrente
Seu ginecologista pode ajudar a equilibrar sua flora vaginal. (Imagem: YakobchukOlena/iStock)

Até 30% das mulheres em tratamento com antibióticos estão propensas a infecções por fungo. Isso porque, esses medicamentos podem matar bactérias boas que mantêm a flora vaginal equilibrada. Dessa forma, se você estiver se tratando com antibióticos e for propensa a ter candidíase, pense em tomar um suplemento probiótico (suplemento de bactérias “benéficas”). Lactobacilos ajudam a manter o equilíbrio da flora vaginal. Ainda assim, você pode optar por tomar, todos os dias, uma xícara de iogurte com culturas vivas de bactérias ativas.

Também tenha sempre à mão um creme ou óvulo antifúngico (miconazol ou clotrimazol) para usar ao primeiro sinal de coceira na vagina. Mas, para isso, consulte o seu ginecologista para ter recomendações de medicamentos confiáveis.





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11 alimentos ricos em ferro que não podem faltar em sua mesa


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O ferro desempenha um importante papel em nosso corpo. Sem ele, seria impossível que a hemoglobina transportasse oxigênio para as células e, assim, fornecesse a energia da qual precisamos. Por isso, consumir alimentos ricos em ferro é fundamental para evitar a deficiência de ferro e manter a saúde e o bem-estar do corpo.

Além dos alimentos, outra forma de obtenção do ferro é por meio dos suplementos. Porém, a ingestão de suplementos só é recomendada para pessoas que precisem fazer reposição do mineral. Isso porque a maioria dos adultos saudáveis consegue obter a quantidade diária recomendada com a alimentação. Se você tem dificuldades para manter uma vida saudável, veja a nossa matéria com dicas de como ter uma alimentação balanceada.

11 alimentos ricos em ferro

1. Ovos

Leia também: 9 fatos que você deve saber sobre os ovos

Os ovos são alimentos que geram muitas controvérsias. Há aqueles que até mesmo deixam de consumi-los por considerar que eles fazem mal. Contudo, isso não é verdade. O fato é que os ovos trazem diversos benefícios à saúde. Além de ser fonte de ferro, eles são ricos em proteínas, vitaminas D, zinco, cálcio e mais.

2. Fígado

Outro alimento rico em ferro é o fígado. Independentemente de ser de carne bovina, frango ou porco, ele é um alimento repleto de nutrientes. Cada 100 g de fígado corresponde a cerca de 8 mg de ferro. Esse é um dos índices mais altos entre todos os alimentos. Apenas tenha cuidado e não consuma fígado em excesso, pois ele contém taxas altas de colesterol.

3. Frutos do mar

Um dos melhores modos de absorver ferro, é comendo frutos do mar. A quantidade de ferro dependerá de cada alimento. Mariscos, por exemplo, possuem, em média, 22 mg de ferro a cada 100 g. Em comparação, a cada 100 g de salmão são encontrados cerca de 2 mg de ferro. Ainda assim, essa é uma boa quantidade. Além do ferro, os frutos do mar são ricos em vitamina D e ômega-3.

4. Carne vermelha

Em geral, carnes são fontes de nutrientes. Porém, tratando-se de quantidade de ferro, as melhores opções são as carnes vermelhas de animais como boi, ovelha, carneiro e porco. Esse é o alimento rico em ferro que está mais presente no cotidiano. Somado a isso, a carne é fonte de vitaminas do complexo B, proteínas, minerais, L-Carnitina, glutationa, entre outros.

5. Nozes

Se você deseja inserir mais ferro em sua dieta, mas não quer recorrer às carnes, as nozes são o que você precisa. Além desse mineral, elas são alimentos ricos em vitaminas E e K, ácido fólico e gorduras monossaturadas, boas para a saúde. Com todos esse nutrientes, elas são ótimas para fortalecer o sistema imunológico.

6. Cereais fortificados

Alimentos fortificados são aqueles que passaram por uma adição de nutrientes. No caso dos cerais, eles são mais conhecidos por serem ricos em fibras. Além disso, são também fonte de ferro, vitaminas e minerais. Algumas opções de cerais benéficos são: quinoa, aveia, cevada, trigo e massas integrais.

7. Frutas secas

As frutas secas são muito usadas para decorar pratos ou para darem uma incrementada a ele. Contudo, elas também possuem funções nutritivas. Passas, ameixas secas, tâmaras e outras frutas secas são ótimas fontes de nutrientes.

8. Vegetais folhosos

Os vegetais folhosos, também chamados de hortaliças folhosas, são nada mais que vegetais compostos por folhas. Entram neste grupo: alface, taioba, agrião, espinafre, rúcula e outros. Todos são ricos em minerais, como o ferro. Na hora de escolher, dê preferência aos folhosos de tom verde-escuro, pois eles possuem uma concentração ainda maior de nutrientes. Quanto mais verde melhor!

9. Grãos integrais

Grãos integrais são aqueles compostos pela três partes do grão completo: farelo, endosperma e gérmen. Os cereais refinados, em contraponto, possuem apenas o endosperma. Algumas opções desse tipo de cereal são: arroz integral, aveia, chia, centeio, linhaça, amaranto, por exemplo. Esses alimentos são ricos em fibras, ferro e outros minerais.

10. Sementes

Leia também: Descubra o poder mágico das sementes para a sua saúde

As sementes são outras alternativas para aumentar as taxas de sangue em seu organismo. Elas são também ricas em proteínas, vitaminas do complexo B, fibras, gorduras insaturadas e muito mais. Algumas sementes boas para serem incluídas na sua dieta são a de abóbora, girassol e gergelim.

11. Leguminosas

As plantas leguminosas são excelentes fontes de minerais como ferro, zinco, potássio, cálcio, magnésio e fósforo. O feijão está dentro dessa família de vegetais e é o mais popular entre eles. Ele é rico em vitamina C, fibras, cálcio, zinco, fósforo e magnésio. Outros exemplos de leguminosas são: lentilha, soja, grão-de-bico, amendoim e ervilha. Saiba mais sobre outros benefícios das leguminosas e como usá-las!

Os malefícios da falta de ferro

A deficiência de ferro pode causar anemia, condição em que o sangue não tem uma quantidade suficiente de glóbulos vermelhos saudáveis para transportar oxigênio. A anemia costuma ser uma doença silenciosa, e por isso é preciso estar atento aos sintomas e buscar rapidamente o tratamento adequado.

Os sintomas da anemia são diversos, e podem incluir fadiga, falta de concentração, maior suscetibilidade a infecções e palidez.

Vitamina C e ferro

Não é verdade que veganos e vegetarianos não conseguem obter ferro por meio de sua alimentação. Porém, eles precisam redobrar a atenção acerca da ingestão adequada.

Por isso, vegetarianos e veganos também devem manter uma dieta equilibrada, com alimentos ricos em ferro, como alface e outras folhas verdes, sementes de abóboras, feijões, lentilhas e frutas secas.

Além disso, após as refeições também é indicada a ingestão de uma fonte de vitamina C, como acerola e laranja; porque a vitamina C ajuda a absorver o ferro desses alimentos, que possuem uma biodisponibilidade menor: isto é, são menos absorvidos pelo corpo em comparação ao ferro presente em carnes.

Agora que você já sabe quais são os alimentos ricos em ferro, deve estar curioso para saber como aumentar a absorção de ferro pelo organismo. Bom, nós podemos ajudar. Veja a nossa matéria com 6 dicas fundamentais que irão ajudá-lo nesta tarefa!



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descubra a origem da cerveja Pilsen




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Pils, pilsner, pilsener… O nome da cervejaria é conhecido por milhões de pessoas no mundo, que não fazem ideia de que ela existe. Há quase 20 anos, um amigo meu americano me perguntou, num bar de Praga:

– Que cerveja é essa que estamos tomando?

– Pilsner – respondi, com orgulho.

– Isso eu sei, mas de que marca?

O rápido mal-entendido fez com que nós dois aprendêssemos algo novo. Naquela época, meses depois da queda da Cortina de Ferro, eu não fazia ideia de que, no restante do mundo, pils não significava o que os tchecos chamam de plzen, ou seja, Pilsner Urquell. E Thomas não sabia de onde realmente vinha a palavra pils.

Leia também: Copos de cerveja: como escolher o ideal para sua bebida?

Para ele, sempre significara um tipo de cerveja. Nenhum de nós sabia que, 150 anos atrás, a Cervejaria Pilsen Burgess criara uma nova tecnologia para a fabricação de cerveja que tornou comum a palavra pilsen em tantos idiomas mundo afora.

A verdade é que mais de dois terços das cervejas hoje produzidas no mundo inspiram-se na bebida original da Pilsen. E por isso são chamadas pils, pilsner ou pilsener.

Origem controversa

Mas quem podia imaginar que uma cervejaria tão famosa começasse a existir por causa de… “cerveja nojenta”? Há quase 200 anos, a maioria dos cidadãos com licença para fabricar cerveja produzia um líquido tão imundo que as autoridades da prefeitura ordenaram que tudo fosse despejado nas ruas. Os cidadãos concordaram que aquela situação não podia continuar; uniram-se e construíram uma cervejaria que passou a se chamar Burgess.

Por sorte, lançaram os alicerces do futuro sucesso quando escolheram o local. O leito de arenito permitia escavar adegas grandes e profundas, ideais para a fermentação de fundo a baixa temperatura.

Desde os antigos sumérios até o século 19, a cerveja era fabricada por um processo chamado fermentação de superfície, com temperatura alta. Leva menos tempo e não exige tecnologia complicada. Mas Josef Groll, mestre-cervejeiro que o povo de Plzenň contratou na Baviera, trouxe consigo o novo método de fermentação de fundo e, por coincidência, encontrou condições excelentes para sua aplicação.

Entretanto, além do novo método de produção, ele também escolheu matérias-primas excelentes: malte tcheco e lúpulo de Žatec. Trouxe o fermento de sua terra natal e usou a água local. O primeiro lote ficou pronto em 5 de outubro de 1842. De imediato, a cerveja conquistou aqueles que a provaram. Dali a 30 anos, Pilsen tinha a terceira maior cervejaria do Império Austro-Húngaro. A empresa nunca parou de crescer, com exceção das épocas de guerra. Em 2007, foram exportados 67 milhões e meio de litros de cerveja para 55 países.

Em primeira mão

Desde abril de 2008 a Cervejaria Pilsen também se tornou “ponto de ancoragem” autorizado da famosa Rota Europeia da Herança Industrial. “Até agora somos os únicos representantes do antigo bloco oriental”, gaba-se a guia Jitka Matejovicová. A cervejaria está aberta ao público e muito bem preparada para visitas. Há até um ônibus especial para levar os visitantes pelo conjunto de prédios.

Leia também: Dia Internacional da Cerveja: 6 usos inusitados para a bebida

A cervejaria expõe operações e tecnologias antigas e novas. É possível ver a arquitetura, o projeto e a engenhosidade. Mas, na minha opinião, o principal acontece em dois lugares: na exposição sensória dos elementos da cerveja de Groll e nas adegas.

Caminho dos sentidos

A exposição sensória é o oposto de um museu comum. Nela, pode-se tocar nas coisas e até prová-las. Mergulho as mãos nos brotos de cevada em várias fases de desenvolvimento usados para fazer malte e, depois, em vasilhas que contêm lúpulo amargo. A água da fonte do subsolo corre pelas paredes. Desde o princípio, toda cerveja Pilsner Urquell foi fabricada só com a água local.

Examino o fermento ao microscópio. “Sempre foi a mesma cultura”, afirma ela. “A original. Por segurança, ela é guardada em três lugares: aqui em Pilsen, no Instituto de Pesquisa de Malte e Cerveja de Praga e em Londres, na sede da nossa atual proprietária, a SABMiller.”

Reino subterrâneo

As adegas são impressionantes. Com o passar do tempo, criou-se um labirinto de nove quilômetros sob a cervejaria. Antes, a cerveja amadurecia em grandes barris de carvalho. Era resfriada com o gelo natural retirado, no inverno, de quatro rios de Pilsen. Mas a refrigeração artificial começou a ser usada em fins do século 19, e, em meados do século 20, os barris de carvalho foram substituídos por tanques de aço.

E aqui encontrei o Santo Graal: Václav Berka, mestre-cervejeiro, enche uma jarra de cerveja feita com a técnica tradicional e, mais importante, antes da pasteurização. É excelente e, naquele momento, algo me ocorre: será que o gosto da cerveja Pilsen mudou desde a época de Groll?

“De jeito nenhum”, garante Václav Berka. “Nossos registros datam do tempo dele e seguimos a receita à risca. Além disso, você pode compará-la com cerveja de barril de carvalho e também há análises químicas preservadas desde a década de 1920.”

E poderia imaginar que, além de paredes e tesouros guardados, algo tão passageiro quanto o sabor pudesse ser preservado?

Por Jiri Zbore



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Como limpar o ouvido corretamente sem provocar danos




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Embora poucas pessoas saibam, os nossos ouvidos têm um mecanismo de autolimpeza. Através de um processo de “deslizamento” ele é capaz de migrar a cera do interior do ouvido para o exterior. É por isso que a maioria das pessoas não tem problemas de acúmulo.

A cera ou cerume é uma secreção natural produzida por glândulas situadas na entrada do canal auditivo e tem como função protegê-lo contra a entrada de água, poeiras e bactérias. Contudo, em algumas pessoas, a cera acumulada endurece com frequência, causando incômodo e dificultando a audição. Nessas horas, saber como limpar o ouvido é fundamental. Confira algumas dicas que vão te ajudar!

Por mais que muitas pessoas tenham o hábito de limpar os ouvidos com cotonete, isso na verdade é prejudicial. Além de poder lesar o tímpano, não conseguirá mais do que empurrar a cera para dentro do canal auditivo. 

Como limpar o ouvido corretamente

Para amolecer a cera, comece por aplicar gotas oleosas (vaselina, parafina ou óleo de amêndoas doces) ou gotas apropriadas, à venda nas farmácias. Veja a seguir o passo a passo:

  1. Incline a cabeça para o lado oposto do ouvido que quer limpar e puxe suavemente a orelha para aumentar a abertura do canal enquanto pinga as gotas.
  2. Mantenha a cabeça inclinada ou deite-se com a orelha virada para cima durante cinco minutos. Depois, faça o mesmo com o outro ouvido, se necessário. Repita este processo duas vezes por dia durante vários dias. Em muitos casos, isto é suficiente para resolver o problemas. 

Se isso não acontecer, você pode comprar em uma farmácia uma seringa. As gotas devem ser aplicadas durante alguns dias. Depois, com a seringa e água fervida e amornada, proceda à lavagem do ouvido. 

Se o problema persistir, procure um otorrinolaringologista, que dispõe de instrumentos adequados e de aparelhos que resolvem o problema de forma eficaz e indolor. 



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Saiba por que a academia pode dar um up na sua libido


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Os frequentadores de academia sabem quantos benefícios a musculação proporciona para a saúde mental e corporal. Incluindo redução do estresse, emagrecimento saudável e aumento da flexibilidade. Mas você sabia que os exercícios físicos também pode aumentar a sua libido e trazer benefícios para a sua vida sexual?

Sim, você não leu errado: estudos têm associado a prática da academia com um maior estímulo sexual. Mas como isso acontece?

Como a academia pode contribuir para a sua libido e orgasmo

A academia pode dar um up na sua libido: saiba por quê
Imagem: jacoblund/iStock

Talvez você já tenha se sentido um pouco excitada na academia e provavelmente achou que isso tivesse a ver com as blusas coladas dos homens sarados. Mas não se trata (somente) disso. Na verdade, há uma base científica por trás da excitação sexual e até mesmo de um possível orgasmo na academia.

Em 2012, pesquisadores da Universidade de Indiana revelaram que determinados exercícios podem levar ao orgasmo feminino. Esses exercícios foram apelidados de “coregasmo”, por sua associação com as atividades que exploram mais os músculos “core”. Sendo assim, alguns exercícios são mais estimulantes. São eles:

  • Abdominais
  • Escalada em paredes adaptadas ou cordas
  • Spinning
  • Levantamento de peso

A prática desses e de outros exercícios de alta intensidade libera beta endorfinas. E assim, podem provocar um aumento do fluxo sanguíneo para todas as partes do corpo potencializando o desejo sexual feminino. Bem interessante, não é mesmo?

Testosterona em alta, libido em alta!

A academia pode dar um up na sua libido: saiba por quê
Imagem: MRBIG_PHOTOGRAPHY/iStock

E os homens também não ficam imunes à onda crescente de libido pós-treino. O que acontece é que durante as atividades físicas, o nível de testosterona (o hormônio sexual masculino) aumenta significativamente. E assim, ao longo dos exercícios, a libido também pode aumentar.

É claro que cada organismo responde diferente aos estímulos sexuais. Assim, é bem provável que se você fizer parte do time dos que mal aguentam ficar de pé na academia, sentir um aumento da libido pode ser um pouquinho mais difícil para você. Mas não se preocupe! Se for esse o seu caso, confira aqui outras dicas para estimular sua vida sexual.



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13 dicas para combater o estresse excessivo


Evitar situações estressantes e combater o estresse nem sempre é possível. E, na verdade, um pouco de estresse até faz bem. Isso porque, em pequenas doses, ele nos ajuda a melhorar as nossas reações diante dos obstáculos, contribuindo com uma dose extra de energia. Contudo, se houver excesso, o estresse pode afetar o seu psicológico e causar danos ao seu organismo e até mesmo afetar os seus rins. Ansiedade, depressão, saúde debilitada e paralisia psicológica são alguns dos possíveis efeitos do estresse no corpo.

Leia também: Sinais silenciosos que podem indicar estresse

O organismo de uma pessoa estressada começa a liberar hormônios como o cortisol, que avisa o cérebro e o sistema cardiovascular que o corpo está sob ataque constante, levando a problemas graves.

Felizmente, o armário da cozinha guarda um oásis de calma e tranquilidade. E com um pouco de conhecimento você é capaz de minimizar os efeitos do estresse no seu dia a dia. Por isso, confira abaixo alguns tratamentos caseiros para combater o estresse excessivo.

13 dicas para minimizar e combater o estresse



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Brigadeiro de leite Ninho que derrete na boca


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Publicado em: 24 de julho de 2022

Aprenda uma sobremesa irresistível que vai adoçar e alegrar o seu dia.

Assim como o brigadeiro tradicional, o brigadeiro de leite Ninho é também uma das estrelas de qualquer festa. Mas quem foi que disse que você precisa estar em uma para apreciá-lo? Fácil de fazer e difícil de parar de comer, a nossa receita de brigadeiro de leite Ninho é cremosidade pura!

Aprenda como fazer delicioso brigadeiro de leite Ninho

Brigadeiro de leite Ninho

Se tem um doce que todo brasileiro ama, é brigadeiro. Adoce seu dia com nossa receita de brigadeiro de leite Ninho e surpreenda sua família com esse gostinho de festa!

Tempo de cozimento 10 mins

Tempo total 30 mins

Prato Doces, Sobremesas

Culinária brasileira

  • 2 xícaras (chá) de leite Ninho
  • 1 lata de leite condensado
  • 1 colher (sopa) de manteiga
  • Em uma panela, acrescente o leite condensado e a manteiga. Misture bem, em fogo médio.

  • Aos poucos, adicione o leite Ninho e continue mexendo.

  • Quando o doce começar a desgrudar da panela, desligue o fogo. (O ponto correto do docinho de leite Ninho é quando ele estiver bem firme.)

  • Em seguida, aguarde esfriar. Depois, unte as mãos com manteiga e modele os docinhos em forminhas de brigadeiro. Polvilhe o leite Ninho sobre os doces. Com um bico de confeiteiro, adicione uma quantia de brigadeiro por cima. Leve à geladeira e sirva depois que estiver gelado.

Agora que você já aprendeu como fazer brigadeiro de leite Ninho, veja também outras 11 versões de brigadeiro que também deixarão o seu dia com gosto de festa! Siga nossos perfis no FacebookInstagram e Pinterest para ficar por dentro das novidades.





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Como fazer sonho caseiro melhor que de padaria


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Publicado em: 21 de julho de 2022

Receita simples e deliciosa de sonho caseiro, que pode ser recheado com creme ou doce de leite.

Poucos doces são tão deliciosamente encantadores quanto o sonho. De textura fofinha e sabor suave, pode servir de acompanhamento para um café no meio da tarde ou como uma sobremesa para adocicar aquele dia mais insosso.

Leia mais: Como fazer donuts deliciosos!

Confira como fazer sonho caseiro, arregace as mangas e ponha a mão na massa!

Receita de sonho caseiro de creme

Sonho caseiro

Sonhos caseiros ficam como os da padaria, mas com gostinho especial por serem feitos em casa. Para fazê-los, não são necessários muitos ingredientes diferentes, nem mesmo muitas habilidades gastronômicas. Aprenda já e delicie-se!

Tempo de preparo 1 hr

Tempo de repouso 2 hrs

Prato Café da tarde, Doces, Sobremesas

Culinária Alemã

Massa

  • 250 g de farinha
  • 8 g de biológico seco
  • 3 colheres (sopa) de açúcar
  • 3 colheres (sopa) de óleo ou manteiga
  • 1 colher (chá) de sal
  • xícara (chá) de leite aquecido
  • 1 colher (chá) rasa de fermento em pó
  • 1 ovo grande

Recheio

  • 1 lata de leite condensado
  • ¼ xícara (chá) de amido de milho
  • ½ xícara (chá) de creme de leite
  • 3 gemas peneiradas
  • 1 colher (chá) de essência de baunilha
  • ½ xícara (chá) de açúcar
  • 2 xícaras (chá) de leite

Massa

  • Em uma vasilha grande, misture a farinha e o fermento biológico. Em seguida, acrescente o açúcar, o sal, o óleo e o leite aquecido para ativar o fermento. Misture bem. Em seguida, adicione o fermento em pó e o ovo.

  • Usando as mãos, continue misturando bem a massa, até ficar homogênea. Depois, abra a massa com as mãos em uma bancada enfarinhada, esticando-a para frente e para trás para sová-la. Repita esse procedimento por cerca de 10 minutos, até que a massa fique bem lisinha e elástica (o chamado “ponto de véu”).

  • Leve de volta para a vasilha, cubra-a com um plástico e deixe crescer por 1 hora. Quando tiver dobrado de tamanho, abra a massa novamente na bancada, com o auxílio de um rolo. Divida-a em dez pedaços cortando com uma faca como se fossem pedaços de pizza — do centro para as extremidades.

  • Unte uma assadeira com óleo e farinha. Em seguida, faça pequenas bolinhas com cada um dos pedaços da massa, posicione-as na assadeira e deixe crescer novamente por mais 1 hora.

  • Leve a assadeira ao forno pré-aquecido à 180ºC, até que os sonhos fiquem dourados (cerca de 20 minutos).

  • Retire os sonhos do forno e, em uma panela com óleo já aquecido, leve-os em uma espumadeira para fritar. Deixe-os por apenas alguns minutos, até que eles fiquem moreninhos. E não se esqueça de virá-los!

  • Tire os sonhos do óleo e leve-os novamente a uma vasilha com papel toalha para absorver o excesso de gordura. Então, delicadamente cubra-os com o açúcar de confeiteiro.

Recheio

  • Separe em uma panela o leite condensado, o amido, o creme de leite, as gemas, o leite, a baunilha e o açúcar refinado. Misture bem e leve ao fogo baixo até engrossar.

  • Corte os sonhos ao meio. Adicione o creme a um bico de confeiteiro (ou a uma sacolinha com a ponta furada) e recheie em movimentos circulares. Feche-os novamente e pronto! Seus sonhos de padaria já estão prontos para serem devorados.

Use os mesmos ingredientes da massa e siga o mesmo passo a passo para preparar um sonho caseiro de doce de leite. A diferença está no recheio!
Para essa versão, que é igualmente deliciosa, você irá precisar de 2 latas de doce de leite, que podem ser compradas prontas no mercado ou feita rapidamente: basta cozinhar cada lata de leite condensado na panela de pressão por meia hora.

Que tal aprender como fazer um café cremoso para acompanhar? E não esqueça de seguir o nosso perfil no FacebookInstagram e Pinterest para ficar por dentro das novidades.





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Endometriose: tipos, sintomas e tratamentos para a doença


A endometriose é uma doença que afeta cerca de 10% da população feminina brasileira, sendo mais frequente entre mulheres de 25 a 35 anos de idade. Por ser uma doença pouco divulgada é comum que mulheres sofram anos com dores antes de obter o diagnóstico, como no caso da cantora Anitta, que passará por uma cirurgia para tratar o problema.

Alguns dos principais sintomas da endometriose incluem fortes cólicas menstruais, dor pélvica, incômodo na relação sexual entre outros sintomas. Para ajudá-la a entender mais a doença e obter informações que possam ajudá-la a procurar uma orientação médica, preparamos uma matéria completa sobre o assunto.

O que é a endometriose?

sintomas da endometriose
(Imagem: Vonschonertagen/iStock)

Na endometriose, pedaços do revestimento do útero (endométrio) migram para fora dele e ficam incrustados em outros tecidos abdominais. Frequentemente, se encontram nos ovários, nos ligamentos uterinos ou no intestino.

Todo mês, quando o estrogênio e outros hormônios induzem um espessamento do revestimento uterino, essas células externas também se expandem. O tecido uterino depois descama normalmente.

Entretanto, as células deslocadas não têm um local para liberar o sangue acumulado e, com isso, são gerados cistos, cicatrizes ou aderências. Embora nem todas as mulheres com endometriose apresentem sintomas, a doença pode provocar dor intensa. Aliás, trata-se de uma das principais causas da infertilidade feminina. Para evitar essa preocupação, conheça algumas formas de reduzir as chances de infertilidade.

Tipos de endometriose

Embora a endometriose seja uma única doença, os médicos a dividem em três tipos distintos. Para caracterizá-los é preciso identificar a localização das lesões, o grau de comprometimento dos órgãos e a severidade da doença. 

O primeiro tipo é a endometriose superficial. A endometriose superficial é assim classificada por apresentar lesões pequenas, em geral, entre 1mm e 3mm, e que geralmente atinge mais o peritônio – tecido que recobre internamente os órgãos da cavidade abdominal e pélvica.

A endometriose superficial pode ser categorizada como uma forma menos agressiva, por não atingir os órgãos pélvicos. Porém, ainda assim, se faz necessário o acompanhamento constante da evolução da doença.

O segundo tipo é a endometriose ovariana. Ela caracteriza-se pela presença de cistos no ovário preenchidos por um líquido castanho espesso: os endometriomas ovarianos.

O terceiro tipo é a endometriose profunda. Ela apresenta lesões de pelo menos 5mm de profundidade e é a forma mais grave da doença.

Principais causas da endometriose

sintomas da endometriose
(Imagem: Menshalena/iStock)

Ninguém sabe por que a endometriose se desenvolve, mas as especulações são muitas. Segundo a teoria da “menstruação retrógrada”, o sangue menstrual flui no sentido oposto ao do útero pelas tubas de Falópio.

Esse sangue transporta para outras regiões do abdome células do endométrio, que são semeadas e crescem. Outra hipótese sugere que a endometriose seja congênita, o que implicaria o fato de algumas células do endométrio já estarem fora do útero desde o nascimento.

Uma terceira ideia é a endometriose ser causada por uma deficiência do sistema imunológico, que não conseguiria destruir células fora de lugar.

Sintomas da endometriose

sintomas da endometriose
(Imagem: sasapanchenko/iStock)

Os sintomas mais comuns da endometriose são:

  • Sangramento menstrual muito intenso, frequentemente com grandes coágulos.
  • Náuseas e vômitos imediatamente antes da menstruação.
  • Dor aguda durante a relação sexual em qualquer dia do mês.
  • Diarreia, prisão de ventre ou dor durante a evacuação.
  • Sangue nas fezes ou na urina durante a menstruação.

Como é o tratamento para a endometriose

Tratamento cirúrgico para a endometriose

sintomas da endometriose
(Imagem: smolaw11/iStock)

A cirurgia não é indicada para todos os casos. Os médicos recomendam esse recurso somente para pacientes que tenham endometriose profunda, e quando os tratamentos convencionais, feito à base de remédios, não trazem resultado.

O procedimento deve ser feito em um hospital, com o paciente sob o efeito de anestesia geral.

Leia também: Endometriose: Anitta passará por cirurgia para tratar doença

A técnica consiste em uma pequena incisão no abdome para retirar ou queimar o tecido endometrial que se encontra em outros órgãos. O pós-operatório é breve, mas é preciso permanecer no hospital após a cirurgia.

Anticoncepcional para endometriose

(Imagem: PATCHARIN SIMALHEK/iStock)

Suspender a menstruação por meio de pílulas anticoncepcionais de uso contínuo é um meio de tratamento bastante utilizado por quem tem endometriose.

Embora os anticoncepcionais não curem a doença, eles conseguem deixar as lesões mais estáveis e, assim, melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

Leia também: 10 coisas que você precisa saber sobre pílulas anticoncepcionais.

Existem muitas marcas de pílulas anticoncepcionais, por isso, consulte seu médico para que ele lhe oriente acerca da melhor opção.

Remédios e suplementos que podem ajudar

(Imagem: theevening/iStock)

A tradicional combinação das plantas vitex e angélica-chinesa é um poderoso remédio para corrigir os desequilíbrios hormonais que intensificam a dor da endometriose.

Além disso, a exemplo do inhame-mexicano, elas relaxam o útero. Não deixe, também, de experimentar uma combinação lipotrópica: cardo-mariano, colina, inositol, metionina, dente-de-leão e outros ingredientes.

Essa combinação estimula o fígado a depurar o excesso de estrogênio do corpo. Para melhores resultados, use esses suplementos durante todo o ciclo menstrual.

Alguns médicos recomendam tomar suplemento cálcio (500 mg, 3 vezes ao dia) e magnésio (300 mg, 2 vezes ao dia) caso as cólicas menstruais sejam dolorosas. Mas, somente durante a menstruação. Esses minerais ajudam a diminuir a produção de prostaglandinas, substância fabricada pelas células do endométrio, que geram as cólicas menstruais.

Se alguns meses de uso desses suplementos não ajudarem, tente acrescentar os seguintes:

Além disso, não deixe de fazer exercícios. Estudos demonstram a capacidade das atividades físicas de suprimir os sintomas da endometriose e, inclusive, preveni-la. Mas, não esqueça! Se você tem algum problema de saúde, converse com seu médico antes de tomar suplementos.


Atenção:
Para ter o diagnóstico correto dos seus sintomas e fazer um tratamento eficaz e seguro, procure orientações de um médico ou farmacêutico.



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Chocolate faz mal para a pele? Dermatologistas explicam |


Embora o chocolate amargo proporcione diversos benefícios para a saúde, como combater o estresse, hipertensão arterial e até mesmo o mau humor, se for consumido de forma exagerada pode fazer mal.

Se você faz parte do time dos que não abrem mão de uma saborosa sobremesa feita de chocolate, aqui cabe um alerta: o exagero pode provocar reações adversas em sua pele, como o aparecimento de acnes.

O que há por trás do chocolate?

Uma coisa é fato: o chocolate é um alimento rico em antioxidantes, que são substâncias que combatem os radicais livres responsáveis pelo envelhecimento celular. No entanto, esse não é um sinal de que o seu consumo está liberado a torto e a direito. Isso porque os demais ingredientes presentes na composição do chocolate não são lá muito saudáveis.

“O cacau é um potente antioxidante, muito rico em polifenóis, que ajudam a prevenir o envelhecimento. Portanto, não é ele o responsável pelos malefícios, mas sim o leite e a gordura saturada que são adicionados a ele no preparo do produto final”, explica a dermatologista Dra. Ana Paula Fucci, membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

Leia também: Confira aqui 7 alimentos ricos em colágeno para garantir uma pele jovem.

Segundo a dermatologista, o chocolate ao leite e o chocolate branco devem ser evitados, pois podem inclusive prejudicar o colágeno da pele.

“Eles têm alto índice glicêmico, ou seja, faz o açúcar no sangue subir rapidamente, ocorrendo um pico na liberação de insulina para compensar. Esse mecanismo causa o aumento da produção de sebo e da oleosidade da pele, que pode levar ao desenvolvimento ou a piora da acne. Além disso, esse alto teor de açúcar nas células danifica o colágeno e a elastina, provocando envelhecimento, rugas e flacidez. Chama-se glicação”, detalha Dra. Ana Paula.

O médico Dr. Franklin Veríssimo, que atua com medicina estética em Fortaleza (CE), também destaca os benefícios do cacau para nosso organismo.

“Para aproveitar os benefícios do alimento para a pele, cabelos e até mesmo unhas é necessário apreciá-lo com moderação, já que é um alimento calórico, rico em gordura e açúcar. Em doses moderadas e dando preferência ao chocolate amargo, o produto é bom para a pele, pois o chocolate possui antioxidantes, gorduras boas, vitaminas e minerais”, explica o Dr. Franklin.  

Máscara facial de cacau

aprenda a fazer uma mascara de chocolate para o rosto
Crédito: kazmulka/iStock

Mas além de ser consumido, você sabia que o chocolate também pode também ser usado como um aliado da beleza nas rotinas de skincare? Mas calma… Não é aquela barra de chocolate ao leite que você ganhou da sua tia na Páscoa, e sim um pouco de cacau e outros ingredientes.

“As máscaras de chocolate podem ser indicadas para peles muito secas ou fotoenvelhecidas”, destaca a dermatologista Dra. Ana Paula.

Como o cacau tem um grande poder de hidratação, é possível aplicá-lo em máscaras faciais caseiras.

Segundo a Dra. Bomi Hong, dermatologista membro Titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), ao preparar a máscara em casa é necessário ter alguns cuidados para não contaminá-la. Por isso, lave bem as mãos antes de manusear o produto e aplicá-lo no rosto.

Além disso, a médica também recomenda fazer um teste na pele (deixar no braço de 5 a 10 minutos) antes de aplicar no rosto, uma vez que qualquer máscara caseira pode causar irritação em peles mais sensíveis.

A Dra. Bomi ensina um passo a passo para fazer máscara de chocolate em casa: 

  • Passo 1: Antes de aplicar a máscara, limpe o rosto com água morna;
  • Passo 2: Esquente uma toalhinha por alguns segundos no micro-ondas para expor a pele do rosto no vapor, para fazer com que os poros se abram;
  • Passo 3: Misture duas colheres de sopa de cacau em pó sem açúcar, 1 colher de sopa e meia de leite, meia colher de mel e misture bem;
  • Passo 4: Aplique a mistura no rosto e no pescoço;
  • Passo 5: Deixe de 15 a 20 minutos e lave o rosto com água;
  • Passo 6: Após lavagem recomendo passar um hidratante do tipo serum no rosto”, detalha a dermatologista Dra. Bomi Hong.

Fonte: Dra. Ana Paula Fucci, Dr. Franklin Veríssimo e Dra. Bomi Hong.



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