O Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência está trabalhando com a hipótese de envolvimento do Comando Vermelho (CV) no ataque à igreja onde discursaram a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, e a senadora eleita pelo Distrito Federal, Damares Alves (Republicanos). O incidente foi registrado no sábado 15, por volta das 18h30, antes do início do evento.

Thiago de Souza Silva, responsável pelos disparos contra a Igreja Apostólica Novidade de Vida, disse à delegada Nelma Cristina Cunha Rodrigues que trabalha como “vigia de rua” e recebe salário de R$ 1 mil. Ele negou envolvimento com o crime organizado, segundo o portal O Antagonista, mas admitiu morar em uma região controlada pelo CV.

O sargento da Polícia Militar (PM) Reginaldo Santos de Souza, que prendeu Thiago, relatou ter ouvido entre três e quatro disparos de arma de fogo em uma rua próxima de onde fazia ronda. Quando chegou ao local, o PM deparou com “um indivíduo correndo com uma arma na mão”. Depois de avistar a viatura, o suspeito teria jogado a arma para dentro de um terreno baldio.

A polícia informou ao GSI que Thiago, 22 anos, teria sido “batizado” no CV há apenas dois anos. Ele exerce funções de baixa relevância, “como aviãozinho, olheiro e rádio”.





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