Expectativa é da criação de cerca de 95 mil vagas até o final do ano; projeção é inferior à de 2021, quando foram gerados 105,7 mil postos de trabalho

Márcio Fernandes de Oliveira/Código Imagem/Estadão ConteúdoVacinação em massa e reformas estruturantes são apontadas por especialistas como os principais meios de estimular a criação de emprego no país Apesar do surgimento de novas vagas, maioria dos empregos temporários não deve ter carteira assinada, afirma o levantamento da CNDL

Com a chegada do final do ano de 2022, o emprego temporário está em alta e várias vagas serão abertas, principalmente para atender à demanda de vendas no período. Uma pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) aponta que a maioria das contratações será sem carteira assinada e que a média de remuneração será de R$ 1.648.

A depender da vaga, o trabalhador pode ganhar comissão, o que pode aumentar o salário no final do mês. Os setores de varejo e comércio devem gerar, até o final do ano, cerca de 95 mil empregos diretos. A projeção é abaixo da esperada, mas promove o reaquecimento do mercado de trabalho por conta da expectativa de manutenção de parte das vagas para 2023, como apontam especialistas consultados pela Jovem Pan News. Em 2021, foram geradas 105,7 mil vagas, quando existia a expectativa da queda do número de mortos pela Covid-19. Já em 2019 o número de vagas criadas foi de 103,2 mil.

De acordo com 78% dos empresários pesquisados pela CNDL, as contratações serão feitas sem carteira assinada e a duração média do contrato será de 3 meses. As principais vagas temporárias no período serão para vendedores, ajudantes, balconistas, cabelereiros, manicures e entregadores. Mais da metade das empresas preferem jovem de 18 a 34 anos e a faixa etária média é de 28 anos de idade, de acordo com o levantamento. Além disso, 69% dos empresários não demitiram e não tem a intenção de demitir funcionários.

*Com informações do repórter Maicon Mendes

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