Durante a preparação para a Copa do Catar, o treinador da seleção brasileira demonstrou sua fé em Nossa Senhora ao usar um objeto especial junto ao apito

O técnico Tite, comandante da seleção brasileira de futebol que está em busca do hexacampeonato mundial na Copa do Catar, é um homem de muita fé.

E ele faz questão de demonstrar sua devoção – tanto dentro quanto fora dos campos. Tite, segundo os familiares, tem o costume de ir à Missa todas as semanas. Ele também já confessou que é devoto de São Jorge e que costuma acender uma vela para Nossa Senhora Aparecida sempre antes de cada jogo.

O treinador ainda tem o hábito de sempre visitar igrejas e locais religiosos nos locais onde seu time vai jogar. No Catar não foi diferente. Na véspera da estreia contra a Sérvia, Tite foi a uma mesquita perto do hotel e que a seleção está hospedada. Ele ficou no local por cerca de dez minutos.

Durante a concentração para a Copa, que aconteceu em Turim (Itália), Tite comandou os treinos da seleção brasileira com um terço na mão, junto ao apito! Um gesto que quem conhece o treinador sabe que não tem nada de superstição. Pelo contrário: é mais uma demonstração de sua religiosidade e da fé que ele tem em Nossa Senhora.

Paz espiritual durante a Copa

Em 2018, durante a Copa da Rússia, Tite foi visto na igreja do Sagrado Coração, na cidade de Samara. De fato, essa foi a cidade onde aconteceu a partida que classificou o Brasil para as quartas de final do mundial.

Tite

Também em 2018, o técnico Tite revelou ao site globoesporte.com o seu segredo para manter a paz e a serenidade durante a Copa do Mundo, o principal campeonato de futebol do planeta. Para ele, isso só foi possível graças à ajuda de um orientador espiritual, o Padre Jefferson, da paróquia de São José em Bragança Paulista, no interior de São Paulo.

Técnico e sacerdote conversavam todos os dias por um aplicativo de mensagem. Além do bom humor dois dois amigos, o bate-papo era recheado de conselhos sobre espiritualidade.

TITE

Religião na seleção

Vale lembrar que, desde 2015, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) proíbe a realização de cultos religiosos no local de preparação do time.

A decisão, entretanto, não impede as manifestações religiosas de âmbito pessoal da comissão técnica e dos jogadores, o que, certamente, tem grande impacto dentro de campo.

Lucas Paquetá e o filho no gramado em Doha

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