Guedes garante reajuste de aposentadorias e do salário mínimo

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que os reajustes da aposentadoria e do salário mínimo, hoje em R$ 1.212, estão mantidos para o próximo ano e os novos valores, que vão vigorar a partir de janeiro de 2023, serão corrigidos pelo menos com a inflação.

“É claro que agora em janeiro, fevereiro, os aposentados e o salário mínimo serão corrigidos pelo menos igual a inflação”, afirmou, em entrevista coletiva na quinta-feira 20, depois de participar de reunião da diretoria da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), no Rio de Janeiro.

Em nota divulgada pelo Ministério da Economia, Guedes acrescentou que além da correção da inflação, o porcentual de reajute pode, inclusive, ser acima do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) observado no período. “É falaciosa a informação de que o ministério pretende adotar medida que possa causar danos à camada mais frágil da população”. A nota rebate informação divulgada em alguns órgãos de imprensa de que o governo poderia mexer na regra que atualiza o salário mínimo e aposentadoria, corrigidos pelo INPC.

Na entrevista, o ministro comentou sobre possível readequação do teto de gastos, que ficou “todo furado” e está “cheio de goteiras” em razão dos gastos de urgência com a pandemia. Ele defendeu uma revisão do teto de gastos, instituído em 2016.

Porém, mesmo com eventuais mudanças na vinculação de recursos, o ministro garantiu que as aposentadorias e o salário mínimo não terão prejuízo. “Ninguém vai usar uma mudança de regra para prejudicar o salário mínimo e os aposentados”, garantiu.

Até 2019, o salário mínimo era reajustado segundo a fórmula que previa o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos anteriores mais a inflação oficial do ano anterior.

O ministro disse também que os salários do funcionalismo público deverão ser reajustados, mas sem fornecer mais detalhes.

Source link


Descubra mais sobre MNegreiros.com

Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.

Comente a matéria:

Rolar para cima