O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, deu sete dias para o presidente Jair Bolsonaro se manifestar sobre um pedido de impugnação da candidatura do chefe do Executivo. A ação é movida por um advogado de Minas Gerais, protocolada em 11 de agosto.

No pedido, o presidente é acusado de “prevaricação a tráfico de influência”. As contestações de registros de candidatos são comuns nesse período eleitoral, assim como a abertura de prazo para que os citados se manifestem.

A ação de impugnação movida pelo advogado Daniel Fernandes difere de um pedido de investigação contra Bolsonaro apresentado pelo PDT, do ex-ministro Ciro Gomes, que também vai ser analisado por Moraes.

A sigla de esquerda argumenta ainda que a “tônica do encontro” de Bolsonaro com os embaixadores foi a de “reerguer protótipos profanadores” da integridade do processo eleitoral e das instituições, especificamente, o TSE.

Além da inelegibilidade, que também abrange o candidato a vice de Bolsonaro, general Braga Netto, o PDT pede a cassação do registro ou do diploma. O motivo: “prática de abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação”. Adiante, o partido solicita remoção de conteúdos das redes.

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