Alberto Fernández citou o arrefecimento da inflação em setembro, em queda há dois meses

Reprodução/Twitter @CasaRosadaalberto-fernandez-pronunciamento-feriado-nacional-ataque-cristina-kirchner
Presidente da Argentina, Alberto Fernández

O presidente da Argentina, Alberto Fernández, garantiu nesta sexta-feira, 14, que o país alcançará “três anos consecutivos de crescimento”. “As exportações chegaram a quase US$ 60 bilhões no meio do ano e vamos encerrar o ano exportando cerca de US$ 90 bilhões”, apostou durante seu discurso de encerramento do tradicional colóquio empresarial do  Instituto de Desenvolvimento Empresarial da Argentina (IDEA), na cidade de Mar del Plata, na província de Buenos Aires. O evento reuniu empresários de diversos setores que ratificaram seu compromisso com o investimento na Argentina apesar das crises recorrentes, graves dificuldades macroeconômicas e aumentos inflacionários mensais. Nesse sentido, Fernández assegurou que “a Argentina alcançará três anos consecutivos de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB)” e projeta um aumento de 4% e mais de 2% até 2023.

Atualmente, um dos maiores problemas do país é a inflação. Coincidentemente, também nesta sexta foi anunciada uma tímida desaceleração da taxa no país, que ficou em 6,2% em setembro em relação a agosto, quando bateu 7%. Em julho, o índice era de 7,4%. “Temos de combater a inflação. É um problema que não começou conosco e vem acontecendo há muitos anos. Hoje, soubemos que a inflação está diminuindo gradativamente”, comentou Fernández. Embora o número de aumento dos preços ao consumidor continue a ser desanimador, o chefe de Estado prefere ver o “copo meio cheio” e convidou o empresariado presente no evento a fazer o mesmo e a pôr de lado a intolerância política. “Somos um país que poderia ser um modelo de resiliência, porque uma e outra vez conseguiu se recuperar e se reerguer de tempos ruins. Infelizmente, somos quase especialistas nesse assunto”, considerou. Durante o evento, Fernández ainda citou exemplos de recursos energéticos da Argentina que “o mundo vai buscar”, como as reservas de gás no campo petrolífero de Vaca Muerta, o hidrogênio verde na Patagônia, o lítio no norte do país e as reservas de cobre nos Andes.“A Argentina tem todas as formas de energia que o mundo vai criar”, ressaltou.

*Com informações da EFE





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