Friedrich August von Hayek nasceu em Viena, na Áustria, em 1899. Ele é um dos principais expoentes da Escola Austríaca de Economia, conhecida por promover os princípios do capitalismo de livre-mercado.

Hayek escreveu mais de 130 artigos e 25 livros, que tratam de assuntos relacionados à economia, à psicologia, à filosofia, à política, à antropologia, à ciência e à história. O Caminho da Servidão, Os Fundamentos da Liberdade, Os Erros Fatais do Socialismo e Desestatização do Dinheiro estão entre as principais obras. Por sua contribuição intelectual, o austríaco conquistou o Prêmio Nobel de Economia de 1974.

Segundo o economista, os indivíduos teriam suas liberdades gradativamente destruídas se transferissem suas responsabilidades para o Estado. Ele considerava que os fenômenos complexos das sociedades se desenvolviam através de uma ordem espontânea, ou seja, sem a vontade deliberada de ninguém. Linguagem, costumes, moeda e comércio, por exemplo, foram construídos ao longo dos milênios por meio das relações entre os povos.

A obra de Hayek é uma espécie de antídoto contra o estatismo, a centralização e o coletivismo. Diferentemente de economistas contemporâneos, o austríaco acreditava que não havia nenhuma entidade centralizadora capaz de abarcar todas as nuances da vida humana.

A seguir, uma dose do pensamento do Nobel de Economia de 1974:

“Liberdade não significa apenas que o indivíduo tenha a oportunidade e o fardo da escolha; significa também que ele deve arcar com as consequências de suas escolhas. Liberdade e responsabilidade são inseparáveis.”

“A defesa da liberdade individual repousa, em última análise, no reconhecimento das limitações do nosso conhecimento.”

“Uma sociedade que não reconhece que cada indivíduo tem seus próprios valores, aos quais tem o direito de seguir, não pode respeitar a dignidade do indivíduo nem consegue realmente conhecer a liberdade.”

“A coerção é má justamente porque ignora o indivíduo como uma pessoa que pensa e que tem valores, fazendo dele uma simples ferramenta para alcançar os fins de outrem.”

“Sob o Estado de Direito, o indivíduo é livre para perseguir seus fins e desejos pessoais, com a certeza de que os poderes do governo não serão usados ​​deliberadamente para frustrar seus esforços.”





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