Artur Piva

Incêndio florestal atinge moradores da França


Um incêndio florestal avança pela região de Gironde, no sudoeste da França, nesta quarta-feira, 10. No caminho do fogo, casas foram destruídas e 10 mil moradores abandonaram as habitações. Cerca de 6 mil hectares de floresta já queimaram.

De acordo com a rede de televisão France 24, mais de 500 bombeiros tentam controlar o incêndio florestal. O verão na França, bem como o restante da Europa, tem gerado sucessivas ondas de calor e uma das piores secas registradas.

No município francês de Hostens, os policiais bateram de porta em porta pedindo para que moradores deixassem o local. Camille Delay, 30 anos, partiu com o parceiro e o filho, levando dois gatos, galinhas e documentos do seguro da casa.

“Todo mundo na vila subiu nos telhados para ver o que estava acontecendo”, disse Camille à agência de notícias Reuters. “Em dez minutos, uma pequena nuvem de fumaça ficou enorme.”

A autoridade local descreveu o incêndio como “desenfreado”. Ainda assim, alguns moradores de Hostens relutam em abandonar suas casas. O incêndio florestal de Gironde, na França, é um dos muitos que ocorreram em toda a Europa neste verão.

“É complicado ir embora com os cachorros”, Allisson Horan, de 18 anos, que ficou com o pai. não podemos deixá-los aqui.”





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BNDES e Sebrae: crédito para pequenos negócios


O Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Sebrae firmaram um acordo para a criação de um fundo Garantidor para Investimentos (FGI) voltado para pequenos negócios. Os empréstimos serão exclusivamente para operações com microempreendedores individuais, microempresas e empresas de pequeno porte.

“A expectativa é que o fundo esteja disponível em todo o país a partir de dezembro de 2022, com uma ampla gama de instituições financeiras parceiras”, informa uma nota do BNDES. Com aporte inicial de R$ 150 milhões de cada instituição, o BNDES FGI SEBRAE poderá alavancar em um primeiro momento cerca de R$ 4,5 bilhões em créditos para os pequenos negócios.

Os aportes das duas instituições ainda podem ser ampliados para R$ 500 milhões cada. Desse modo, o fundo pode chegar a um patrimônio de R$ 1 bilhão. Assim, o BNDES FGI SEBRAE resultaria em R$ 15 bilhões em crédito para os pequenos negócios de todo o país.

Fundos garantidores têm potencial para reduzir o risco das operações de crédito das instituições financeiras. O BNDES explica que um dos fatores que mais dificultam o acesso a financiamentos dos pequenos negócios é a falta de garantia.

Além disso, o acordo ainda prevê outros serviços. Entre eles, o programa Crédito Assistido do Sebrae. A iniciativa fornece orientação para os empreendedores por meio do programa Crédito Assistido. Ela dá acesso a diagnósticos, bem como a ferramentas digitais, conteúdos, capacitações e consultorias. O objetivo é reduzir os riscos de inadimplência e ampliar a sustentabilidade financeira do empreendimento.

Já o BNDES disponibilizará sua plataforma de gestão para operacionalização do novo fundo. Trata-se de um sistema totalmente digital utilizado por dezenas de instituições financeiras parceiras. Ele viabilizou, até o momento, mais de R$ 100 bilhões em operações de crédito.





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Dia internacional da Cerveja: produção cresce


Esta sexta-feira, 5, é o Dia internacional da Cerveja. No primeiro semestre de 2022, o Brasil produziu 7,1 bilhões de litros da bebida. Ou seja: 3% mais que os 6,9 bilhões de litros no mesmo período do ano anterior. Em 2021, as empresas brasileiras produziram 14,6 bilhões de litros. Para 2022, a estimativa é de 15 bilhões de litros.

O maior cliente do produto nacional é o mercado interno. Mas o Brasil ainda também exporta uma parte da produção. Em 2021, por exemplo, cerca de 70 países consumiram cervejas brasileiras e o volume exportado ao longo do ano bateu 240 milhões de litros. No top 3 aparecem Paraguai (próximo de 160 milhões de litros), Bolívia (30 milhões de litros) e Argentina (3 milhões de litros).

De acordo com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, a cerveja é fabricada em 700 municípios do Brasil. Ao todo, são quase 1,4 mil cervejarias no país. “A qualidade do produto brasileiro tem levado ao reconhecimento internacional, por meio de premiações”, informou a agência.

Maior produtora de cerveja do mundo

Paulo Lemann, o empresário mais rico do Brasil, é um dos controladores da Anheuser-Busch InBev. A empresa dona da Ambev ostenta o título de ser a maior fabricante de cerveja do planeta. Em 2021, a companhia produziu 580 bilhões de litros, somando todas as fábricas da empresa ao redor do globo. Ou seja: quase 10% mais que os 530  bilhões de litros em 2020.





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Marfrig e BRF fazem acordo por vendr de Sadia na Argentina


Marfrig e BRF, dois gigantes do agronegócio brasileiro, firmaram um acordo para vender os produtos da Sadia na Argentina. A decisão foi comunicada na segunda-feira 1º.

A Quickfood, marca da Marfrig, fará a distribuição dos produtos da Sadia na Argentina. O contrato é de US$ 10 milhões e tem vigência de 12 meses, com início em 1º de janeiro de 2023. Durante esse período, a BRF não poderá comercializar os produtos da marca Sadia para outras distribuidoras na Argentina. Por meio da parceria, 2,5 mil toneladas de alimentos devem ser vendidas no país.

Marfrig controla a BRF

Atualmente, a Marfrig possui 33% das ações da BRF. Desse modo, ela tem a maior cota acionária individual da empresa. A conclusão da compra dos papéis ocorreu em março de 2022. A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica, porém, já havia dado parecer favorável ao certame em setembro de 2022. Depois que a aquisição das ações foi concluída, Marcos Molina, que já presidia a Marfrig, assumiu a presidência do conselho da BRF.

No comunicado ao mercado emitido pela BRF, a empresa afirma que a negociação para a distribuição dos produtos da Sadia na Argentina não teve a participação do atual conselho de administração da companhia. De acordo com o documento, a gestão anterior, encerrada em 28 de março de 2022, foi responsável pela aprovação do negócio.

“Assim, os atuais membros do Conselho de Administração da Companhia não participaram da deliberação sobre os termos e condições da Operação”, afirma o texto. “Dessa forma, não houve nenhuma participação da Marfrig, seus administradores e/ou seus acionistas na tomada de decisão pela BRF acerca da Operação, assim como tais pessoas tampouco participaram da negociação da Operação como representantes da BRF.”





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Índice registra deflação pela 2ª semana seguida


O Índice de Preços ao Consumidor–Semanal (IPC-S) registrou deflação pela segunda semana seguida. Na mais recente medição, o indicador fechou em -1,19%. Ou seja: mostrando redução no preço dos produtos. A Fundação Getulio Vargas (FGV) realiza projeção semanalmente.

A coleta da última medição foi concluída no sábado 31. Os cálculos se referem à variação mensal. Na semana anterior, a coleta havia resultado em deflação, com o IPC-S em -0,44%.

A FGV faz a coleta dos dados que compõem o índice em sete capitais: Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP) e Salvador (BA). A análise de preços ocorre com a seguinte divisão: alimentação, habitação, vestuário, saúde e cuidados pessoais, educação, leitura e recreação, transportes e despesas diversas.

Entre os itens avaliados, transporte teve a maior queda: -4,81%. O preço da gasolina, de acordo com a pesquisa, caiu 14,24%. E o do etanol reduziu 11%. Adolfo Sachsida, ministro de Minas e Energia, comentou o resultado pelo Twitter.

“O mercado esperava uma deflação de -0,76% no IPC-S”, escreveu Sachsida. “Os mais otimistas esperavam -1,12%. O resultado foi uma deflação de -1,19%, melhor que a mais otimista das projeções de mercado. Cinco das oito classes de despesa registraram decréscimo em suas taxas de variação.”

No acumulado de 12 meses, o IPC-S está em 8%. Assim, ele caiu 2,3 pontos porcentuais em relação à última avaliação, feita em junho (10,3%).

Leia também: “Prendam esses números”, artigo de J.R. Guzzo para a Edição 123 da Revista Oeste





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Violência e economia são os temas políticos mais debatidos no Twitter


Nas postagens dos usuários, violência, economia e educação são os temas políticos mais discutidos no Twitter no Brasil. É o que informou um perfil oficial da plataforma, nesta sexta-feira, 29. O levantamento abrange o período entre 1º de janeiro e 26 julho de 2022.

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Gráfico: Reprodução/Twitter

No gráfico apresentado pela rede social, 12 temas aparecem entre os mais debatidos temas políticos no Twitter. De acordo com a postagem, violência ocupa a primeira posição. A economia ficou em segundo lugar e a educação em terceiro. Na sequência, aparecem, em ordem decrescente: corrupção, direitos, saúde, desemprego, questão, covid, cultura, habitação e mobilidade.

A pesquisa levou em consideração dez Estados. Na análise estadual, violência liderou em São Paulo, no Rio de Janeiro e na Bahia. Educação ficou no topo em Minas Gerais. No Ceará, a maioria das mensagens tratou de economia. Em Pernambuco, direitos humanos se destacou — mesmo tema que ficou na primeira colocação no Rio Grande do Sul e no Amazonas. Em Goiás, saúde levou a primeira colocação. E no Paraná o assunto mais debatido foi corrupção.

De acordo com o Twitter, São Paulo figura como o Estado mais citado em postagens sobre as eleições (46,9%). O segundo é o Rio de Janeiro (13,9%). Em seguida estão: Bahia (9,3%), Minas Gerais (8,7%), Paraná (6,6%), Rio Grande do Sul (6,6%) e Pernambuco (3,6%).

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Gráfico: Reprodução/Twitter

 

 





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Dobra a receita com exportações da piscicultura do Brasil


As exportações da piscicultura do Brasil geraram quase US$ 15 milhões em receita entre janeiro e junho de 2022. O resultado é o dobro do faturamento com os embarques desse setor no primeiro semestre de 2021. As informações são da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

Em toneladas, o crescimento foi menor: 14%. Desse modo, a principal causa do ganho veio com a melhora no valor dos embarques. Em média, o preço por cada tonelada saltou de US$ 1,65 mil para US$ 2,9 mil. Ou seja: o aumento chegou a cerca de 75%.

De acordo com o levantamento da Embrapa, a tilápia é o carro-chefe para as exportações. Cerca de 98% de toda receita veio com essa espécie. E os Estados Unidos são os maiores clientes externos dos criadores de peixes brasileiros, responsáveis por compras que somam US$ 10 bilhões no primeiro semestre.

Entre os Estados, o Paraná conseguiu o maior faturamento com exportações ligadas à piscicultura no Brasil: US$ 7,4 milhões, mais da metade do montante para todo o país. No segundo lugar, aparece o Mato Grosso do Sul: US$ 3,6 milhões (26%). Na lista de produtores também estão: Bahia (US$ 1,4 milhão, 10%), São Paulo (US$ 820 mil, 6%) e Santa Catarina (US$ 320 mil, 3%).

 





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Brasil comemora o Dia do Agricultor


O Brasil comemora o Dia do Agricultor nesta quinta-feira, 28 de julho. A data foi escolhida em razão da fundação do Ministério da Agricultura. Dom Pedro II, então imperador do Brasil, criou a pasta em 1860.

A figura do agricultor desempenha papel fundamental desde que foi país descoberto. Entre os primeiros ciclos de prosperidade depois da chegada dos portugueses ao país, destaca-se o da cana-de-açúcar. A riqueza gerada por esse cultivo causou disputas no Brasil colônia. Uma delas, a invasão Holandesa em Pernambuco, que deu origem a cidades como Olinda.

Além disso, até hoje, o cultivo de cana-de-açúcar confere destaque global ao Brasil. Atualmente, o país é o maior exportador de açúcar do planeta. E ainda existem outras culturas em que os agricultores brasileiros estão entre os maiores do mundo. A soja, que atualmente é o carro-chefe do agronegócio nacional, é um exemplo.

De acordo com o de Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, o Brasil é o maior produtor de soja do mundo desde a safra colhida em 2020. Em 2023, o país deve colher cerca de 150 milhões de toneladas do grão. Esse número corresponde a quase 40% de toda a safra global.

Somando a cesta de vegetais que os agricultores do Brasil cultivam, o Valor Bruto da Produção das lavouras do país deve somar 875 bilhões em 2022. Um recorde na série histórica.





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Lockdowns e guerra agravam falta de matérias-primas da indústria


A falta de matérias-primas e de insumos está no topo lista de problemas para quase 90% dos setores da indústria de transformação no Brasil. Essas dificuldades lideram o ranking há oito trimestres no país.

Os dados aparecem no mais recente boletim econômico elaborado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O documento foi publicado nesta quarta-feira, 27. A instituição cita como causas da escassez a invasão russa à Ucrânia e os severos lockdowns feitos em cidades chinesas para conter a covid-19.

“Diante disso, as principais consequências são dificuldades em recuperar, ou manter, a produção, o aumento dos preços de insumos e dos custos nas cadeias de produção, além dos aumentos nos preços dos bens de consumo e a maior pressão sobre a inflação”, explica Paula Verlangeiro, economista da CNI. Dos 25 setores analisados, apenas três (Couros e artefatos de couro, Móveis, Manutenção e reparação) não colocaram a falta ou alto custo de matérias-primas em primeiro lugar entre os problemas enfrentados pela indústria.

Conforme os dados da última sondagem, a falta de matérias-primas é mais perceptível entre os empresários das indústrias de impressão e reprodução: 71,7% deles responderam ter essa dificuldade. Na segunda posição aparece o setor de limpeza, perfumaria e higiene pessoal (71%). Em terceiro lugar figura a indústria automobilística (69,8%).

Além disso, o índice de respostas listando a falta de matérias-primas ficou acima de 50% em 17 setores. Até mesmo a indústria de alimentos entrou nessa lista (57,4%).





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Ferrari fecha acordo para ampliar uso de energia solar


A Ferrari vai implantar um novo sistema de painéis solares nos telhados da fábrica em Maranello, Itália. De acordo com a empresa, a instalação será feita pela Enel, grupo italiano do setor de energia.

“A colaboração da Ferrari com o Grupo Enel entrou na fase operacional, com a recente instalação da primeira das quatro seções do sistema”, informa a empresa, por meio de um comunicado. “No total, serão 3,8 mil painéis solares.”

Pelos cálculos da montadora, o sistema completo vai gerar a economia de 740 toneladas de CO2 por ano. A geração de energia solar deve passar de 1,6 milhão KWh por ano. “Com o novo sistema fotovoltaico, a Ferrari aumentará a eficiência energética de sua fábrica de Maranello, ampliando a área de superfície de seus sistemas de energia solar em cerca de 200%”, afirma o texto.

“Junto com a Enel X e nossos outros parceiros, estamos desenvolvendo novas soluções que contribuirão significativamente para a redução de CO2 e emissões”, disse Benedetto Vigna, CEO da Ferrari. “O desafio de se tornar uma empresa neutra em carbono até 2030 é mais um estímulo para a Ferrari inovar em todas as áreas, adotando uma abordagem científica e holística das fontes de emissões: dos carros em uso, para nossa cadeia de suprimentos e nossas atividades de produção.”





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